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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Viver sem dinheiro

Viver sem dinheiro
Em Utah, um troglodita moderno vive sem dinheiro há quase mais de uma década. Costumavam pensar que ele era louco. Agora pensam que talvez seja santo.

Daniel Suelo vive numa caverna. Ao contrário da maioria dos americanos - cheios de dívidas de cartões de crédito, aprisionados pela amortização da casa, apavorados de perder o emprego, ele não se preocupa com a crise económica pois descobriu que a melhor maneira de permanecer rico é nunca ser rico em primeira instância. Há 12 anos, no Outono de 2000, Suelo decidiu deixar de usar dinheiro. Deixou o dinheiro como um drogado deixaria, de uma vez por todas, o vício da droga.

A sua caverna, escondida bem alto num canyon com quedas d'água por perto, fica a 1 hora a pé de Utah, uma cidade no deserto de Mojave. O blog de Suelo, mantido de graça na Biblioteca Pública, sugere que ele tem um pouco de santo e um pouco de louco.

"Quando eu vivia com dinheiro, estava-me sempre faltando alguma coisa", ele escreve. "O dinheiro representa a falta; representa coisas no passado (dívida) e coisas no futuro (crédito), mas nunca representa o presente". 

Foi num dia quente de primavera que descobri a sua caverna, onde encontrei uma mensagem: Entre, come à vontade e serve-te de tudo que quiseres (nada daqui é meu).

Do lado de fora a caverna parecia uma lágrima escavada, bem pequena, com espaço suficiente apenas para umas panelas penduradas no teto, um "forno" construído debaixo de uma pedra, uns baldes cheios de feijão e arroz, uns cobertores no chão e praticamente mais nada. Há 3 anos que Suelo ali mora.

A noite cai e as estrelas brilham. Suelo é esguio e bronzeado. Ontem ele reconstruiu a entrada da sua caverna, arrastando rochas enormes para fazer uma escada. Suas mãos estão pretas da sujeira e o seu cabelo parece um ninho de pássaros, cheio de poeira.

Sorrindo, ele mostra os desperdícios que encontrou na sua visita semanal às ruas de Mojave: um par de luvas e um gorro de lã, um casaco de Inverno e um cinto branco de nylon ainda envolto em plástico, sandálias e um par de calças que está vestindo. Encontrou também latas de atum e peru e uma vela. Não se vive mal dos produtos desperdiçados pela sociedade de consumo. 

"Lá me conseguiste encontrar"
, diz ele. Ofereço-lhe um saco de maçãs e um bloco de queijo que comprei no supermercado mas de repente a oferta parece pequena.

Suelo acende a vela e faz uma fogueira. A gruta depressa aquece. Lembro-me de S. João Baptista, que sobreviveu no deserto comendo mel e gafanhotos.

Suelo nem sempre viveu assim. Saiu da Universidade de Colorado com uma licenciatura em antropologia, pensou tornar-se médico, ocupou postos de trabalho, teve dinheiro e contas bancárias. Em 1987, depois de vários anos como assistente de laboratório no hospital de Colorado, juntou-se ao Peace Corps e foi colocado numa aldeia no topo dos Andes, no Equador. Estava encarregado da saúde das tribos dessa área, ensinando primeiros socorros, nutrição e dando medicamentos quando necessário; o momento de que mais se orgulha foi quando ajudou a dar à luz três bebês.

A tribo vinha enriquecendo há já uma década, e durante os dois anos que Suelo lá esteve ele viu como os aldeãos começaram a adotar a economia da modernidade. Começaram pela primeira vez a vender os alimentos que produziam - quinoa, batata, milho, lentilhas -, e usavam o dinheiro que recebiam para comprar coisas de que não precisavam, ou seja, refrigerantes, farinha branca, açúcar refinado, aletria e grandes sacos de MSG para temperar as refeições. 

"Quanto mais gastavam
", diz Suelo, "mais a sua saúde declinava.A deterioração era vísivel e facilmente medida em gráficos que eu produzia. Era como se o dinheiro os estivesse empobrecendo." 

Em seguida Suelo mudou-se para Mojave, onde trabalhou num abrigo para mulheres durante 5 anos. Ele queria ajudar as pessoas, mas ser pago para ajudar parecia-lhe desonesto - até que ponto é verdadeira a ajuda que exige recompensa? A resposta estava, em parte, no cristianismo de sua infância, em que seguir Jesus significava adotar o estilo de vida prescrito no Sermão da Montanha.

"Abandonar as posses, viver além do crédito e dívida", explica Suelo em seu blog, "dando e recebendo gratuitamente, perdoando todas as dívidas, devendo nada a ninguém, vivendo e caminhando sem sentimentos de culpa... rancor [ou] superioridade." 

Se o objetivo era alcançar um estado de graça, então teria de ser de graça no sentido clássico, do latim gratia, significando favor, mas também, de graça, gratuitamente.

Em 1999, viveu num mosteiro budista na Tailândia - tinha poupado dinheiro apenas para o voo. Dali caminhou até à Índia, onde se viu na boa companhia dos sadhus, ascetas que vivem sem dinheiro. Os 5 milhões de sadhus podem ser encontrados andando pelas estradas e florestas por todo o subcontinente, buscando a iluminação através da auto-abnegação. 

"Eu queria ser um Sadhu"
, diz Suelo. "Mas que bem me faria ser um Sadhu na Índia? O verdadeiro teste de fé seria a regressar a uma das nações mais materialistas e devotas ao dinheiro do mundo e ser um Sadhu ali. Ser vagabundo na América e fazer disso uma arte - essa ideia encantou-me."

O ritual matinal é simples e lento: uma chávena de chá e um mergulho na água fria do riacho. Depois, um banho de sol e coleta de alimentos silvestres para o almoço. Entre as rochas encontramos plantas de mostarda, cujas folhas cruas são tão saborosas como a couve-flor, e perto do riacho onde Suelo vai buscar água encontramos folhas enormes de agrião e montes de cebolas selvagens.

Digo-lhe que viver sem dinheiro parece-me ser difícil. Ele diz-me que nunca passou sem uma refeição (amigos em Mojave dão-lhe às vezes de comer). Quanto a doenças, viu-se mal numa ocasião em que comeu um cacto que havia identificado incorretamente. Vomitou, ficou a delirar, pensou que ía morrer e chegou a escrever uma carta dirigida a quem encontrasse o seu cadáver. Mas ficou melhor.

"O objetivo é precisamente esse. As dificuldades são positivas, nós precisamos de desafios. O nosso corpo precisa de desafios, o nosso sistema imunológico precisa de desafios. As minhas dificuldades são simples e fáceis de gerir". 

Quando lhe digo que pago $2.400 por mês de renda de casa em Nova York, ele abana a cabeça. O que ficou por dizer foi que estava ali eu, escrevendo sobre ele a fim de ganhar dinheiro, para uma revista que depende, para sua sobrevivência, do dinheiro que obtém dos anúncios e da publicidade de um consumo conspícuo.

Ao preparar o jantar, Suelo diz-me que há uns anos atrás ele tinha um vizinho no canyon, um alcoólico que vivia numa caverna maior que a dele. O velho passava os dias buscando ouro no riacho e todos os meses conseguia dinheiro suficiente para comprar a cerveja que o mantinha bêbado. Suelo considera as riquezas que encontramos.

"E se víssemos o ouro pelo que é?" ele diz meditativamente. "O ouro é bonito mas é praticamente inútil. Alguém decidiu que tem valor, e toda a gente aceitou esta decisão. Os nativos das Américas pensavam que os europeus eram loucos por causa do seu desejo por uma substância amarela tão inútil." 

Sueo vai fritando o agrião, as folhas de mostarda e as cebolas selvagens, misturando amêndoas que apanhou no pomar de um amigo e manteiga de boa qualidade que alguém tinha deitado fora.

No topo da falésia, a vida de Sadhu parece razoável. Mas eu não quero viver numa caverna. Gosto de ter casa de banho e electricidade. No entanto, a verdade é que há uma beleza óbvia na simplicidade da subsistência. Nos dias de hoje não respeitamos os nossos ascetas e rejeitamos a ideia de que o dinheiro talvez seja uma espécie de alucinação consensual. Para a maioria de nós é tão real quanto o próximo pagamento de aluguel. Suelo não recebe assistência pública mas sobrevive parcialmente devido à nossa realidade, aos excessos descartados do sistema monetário que ele denuncia - um sistema que, recentemente, parece estar a caminho do precipício .

Suelo tem 48 anos mas não se preocupa com a velhice. "Vou fazer o que as criaturas têm feito por milhões de anos", diz ele. "Porque é que acham que morrer no deserto é triste mas que morrer na enfermaria geriátrica não?"

sexta-feira, 24 de maio de 2013

História do Dia Mundial da Água

Cerca de 40% da população mundial pode ficar sem água até 2030, alerta ONU
O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, alertou que até 2030 quase metade da população global terá problema de abastecimento. Isso vai acontecer porque, daqui a 17 anos, a demanda por água vai superar a oferta em mais de 40%.
Ele falou, ainda, que com a mudança climática e as necessidades das populações que crescem e prosperam, os governos terão de trabalhar juntos para proteger essa fonte natural.


História do Dia Mundial da Água
O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.
Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) esta sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.

No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água” (leia abaixo). Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.

Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar idéias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.

Declaração Universal dos Direitos da Água
Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra. 
Frases sobre o Dia Mundial da Água:
- Água é vida. Vamos usar com inteligência para que ela nunca falte.
- O futuro de nosso planeta depende da forma com que usamos a água hoje.
- Todo dia é dia de água, pois ela está presente em tudo e em todos.
- O Dia Mundial da Água não é só para pensar, mas principalmente para agir: vamos usar este recurso natural com sabedoria para que ele nunca acabe.
- Sem a água não haveria vida na Terra! Pense nisso neste Dia Mundial da Água.
Você sabia?
- A Unesco estabeleceu que 2013 é o Ano Internacional de Cooperação pela Água.

Objeto parecido com capacete da Primeira Guerra foi fotografado em Marte

Objeto parecido com capacete da Primeira Guerra foi fotografado em Marte

Objeto parecido com capacete da Primeira Guerra teria sido fotografado em Marte
Uma imagem da superfície de Marte, divulgada pelo robô Curiosity, da Nasa, mostra um objeto misterioso rodeado por rochas. De acordo com o site WhatsUpInTheSky, especializado em interpretar as imagens espaciais produzidas pela agência norte-americana, este objeto parece mais um capacete da Primeira Guerra Mundial. A Nasa, contudo, ainda não se pronunciou sobre a imagem, feita em abril pelo Curiosity.
Alguns especialistas, porém, afirmam que não há capacete algum e que tudo não passa de um jogo de luzes e sombras em torno de uma pedra comum. 
 

Vai devagar

Vai devagar… Pensa duas, três, quatro, quantas vezes forem necessárias pra não fazer bobagem. Cuida do teu coração, cuidado com quem você deixa entrar. Espera o tempo passar. Acredita menos… As pessoas não são tão legais quanto aparentam ser. Quem acredita menos, sofre na mesma proporção. Até quando você achar que é verdade, desconfie um pouquinho. Faz bem não se entregar totalmente logo de cara. Se arrisca mais, por você. Tenha coragem para dizer tudo que tens aí guardado. Seja forte para conseguir se manter calada perante alguns. Muda de rumo. Quando te mandarem ir por lá, vai pelo outro caminho. Ou vai apenas, pelo caminho do teu coração. Se você não aguentar mais fingir… Chore. Depois que você acabar de chorar, vai sentir-se mais leve. E então vai levantar a cabeça, lavar o rosto, pôr uma roupa bonita no corpo, um sorriso escandalosamente lindo no rosto e dizer que chega, que você vai é ser feliz. Eu sei, é assim mesmo. E vai funcionar! Não diga “nunca”, nunca. Irônico, não? Mas não diga. Porque essa vida é incrivelmente engraçada. Mais uma coisa. Você não pode ter medo que as pessoas te machuquem, viu. Porque as pessoas vão te machucar de vez em quando, até mesmo aqueles que você mais confia e admira. Não vão fazer por mal, mas somente porque são humanos. Cometemos erros ridículos com pessoas maravilhosas. Faz parte. Não esquece que cada um é cada um. Somos diferentes. Graças a Deus, somos. Vive um dia por vez, sem pressa e sem querer ser mais rápida que o tempo. E por favor, vai ser feliz, que tu ainda tem muito por viver.

NASA está procurando Nibiru/planeta x?

***NASA está procurando Nibiru/planeta x?***

A quatro vezes o tamanho da terra do planeta pode ser circundando as bordas do sistema solar mais longe do que Plutão, de acordo com nova pesquisa. Longe demais para ser facilmente detectada por telescópios normais, o planeta invisível poderia ser gravitacionalmente puxar pequenos objetos gelo além de Netuno, que ajudaria a explicar o mistério das órbitas peculiares dos objetos.

A afirmação vem de Rodney Gomes, o astrônomo no Observatório Nacional do Brasil, no Rio de Janeiro, disse. Gomes apresentou recentemente seus modelos de computador finalizado que sugerem a existência de um planeta distante. Artigo.

De acordo com ntv.ru: os cientistas da NASA estão interessados o misterioso planeta Nibiru, que, de acordo com especialistas, num futuro próximo poderia alterar significativamente a vida na terra, a mítica planeta Nibiru/planeta X, que, segundo a lenda dos antigos sumérios, ocasionalmente se aproximando da terra, mais uma vez despertou o interesse da comunidade científica.

Os cientistas da NASA, oficialmente confirmada a existência de Nibiru, já em 1983, a partir de uma pesquisa séria para Nibiru com um telescópio especial na esperança de localizar o objeto misterioso espaço novo que poderia pôr em perigo a vida no nosso planeta, de acordo com o AN Online.

Mais alguns dados: até a descoberta do planeta X / Nibiru foi publicado no Washington Post, The New York Times e U.S. News (notícias de nós.UU.) em 1983.

De acordo com alguns especialistas, foi Nibiru, especificamente sua força gravitacional, responsável pelo grande dilúvio, o desaparecimento da Atlântida e inundações comuns no mundo e mudou o eixo de alguns planetas do sistema solar.

No início do ano passado, a Universidade de Cornell e Lorenzo Iorio revelaram que a órbita da Lua em torno da terra sofreu uma alteração.

A existência do planeta Nibiru é negada pela NASA. No entanto, uma observação de Nibiru em 2008, com o telescópio do Pólo Sul, desapareceu nos arquivos da NASA. Google Sky nas coordenadas especificadas é uma superfície negra. De acordo com o Google: "a superfície de cor preta é causada por um erro no programa de computador."

29 De setembro de 2011, a NASA confirma quase por engano Nibiru/planeta X, na conferência NEOWISE. Durante esta conferência, Amy Mainzer disse: "o planeta X não existe", ela diz que "o planeta X não vêm até nós.'"

Portanto, deve estar se perguntando, o que é a razão por que a NASA está olhando para trás para Nibiru/planeta X?

Curiosamente, antes, os cientistas dos EUA.UU. Eles sugeriram: Nibiru poderia ser criado por civilizações extraterrestres, para monitorar a terra. (Traduzido por Bing)

15 novas aves são identificadas na Amazônia

15 novas aves são identificadas na Amazônia

Desde a segunda metade do século XIX a ornitologia brasileira não dava uma contribuição tão significativa para ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade: 15 novas espécies de aves da Amazônia nacional foram identificadas. Elas serão formalmente descritas pela primeira vez numa série de artigos científicos previstos para serem publicados em julho num volume especial do Handbook of the birds of the world, da espanhola Lynx Edicions.
Onze das novas espécies são endêmicas do Brasil e quatro podem ser encontradas também no Peru e na Bolívia. Oito ocorrem somente a oeste do rio Madeira, na parte ocidental da Amazônia; cinco habitam exclusivamente terras situadas entre esse curso d’água e o rio Tapajós, no centro da região Norte; e duas vivem apenas a leste do Tapajós, no Pará, na porção mais oriental da floresta tropical.
No volume especial do Handbook, os autores descrevem a morfologia (formas e estruturas), a genética e a vocalização (canto e sons) das novas espécies. Por meio de mapas específicos para cada espécie, mostram ainda seus locais de ocorrência. No entanto, até que o livro seja oficialmente publicado, o nome científico e alguns detalhes sobre a anatomia e o modo de vida das novas espécies não podem ser divulgados.
Dessas aves até agora desconhecidas e sem registro na literatura científica, a maior e mais espetacular é uma espécie de gralha, do gênero Cyanocorax, com cerca de 35 centímetros de comprimento, que vive apenas na beira de campinas naturais situadas em meio à floresta existente entre os rios Madeira e Purus, no Amazonas.
“Essa gralha está ameaçada de extinção”, diz Mario Cohn-Haft, curador da seção de ornitologia do Inpa, principal descobridor do cancão-da-campina, nome popular cunhado para a ave. “Seu habitat está em perigo e podemos perder a espécie antes de ter tido tempo de estudá-la a fundo.”
Sua principal região de ocorrência é um complexo de campinas, distante 150 quilômetros ao sul de Manaus, numa área próxima à rodovia BR-319, que liga a capital amazonense a Porto Velho. A estrada está sendo reformada e os pesquisadores temem que o acesso facilitado ao local coloque em risco o hábitat da espécie.
“A nova gralha também ocorre numa zona de campos naturais no sul do Amazonas, próximo a Porto Velho, onde há muitos colonos do Sul do país, que a confundem com a gralha-azul [um dos símbolos do Paraná]”, diz Cohn-Haft.
Por Marcos Pivetta - Agência Fapesp

Sistema de irrigação movido a energia solar é criado para agricultores de baixa renda

Sistema de irrigação movido a energia solar é criado para agricultores de baixa renda

Um sistema de irrigação movido a energia solar foi criado pela International Development Enterprises (iDE) e deverá chegar em breve ao mercado internacional, com preços acessíveis. A solução sustentável foi desenvolvida para agricultores de subsistência, mas poderá ser usada por todos os proprietários de plantações, uma vez que o dispositivo dispensa o uso de combustíveis ou eletricidade para funcionar, reduzindo gastos.
Nomeado SunWater, o sistema de irrigação é uma alternativa mais barata para atender os agricultores de regiões secas, como desertos e sertões. Nestes locais, a maior parte da atividade agrícola é de subsistência, e a escassez da água gera vários problemas, diminuindo a produção das culturas e prejudicando a atividade pecuária – o que causa impactos diretos na renda das famílias que dependem da terra para sobreviver.
Além de eliminar o uso de combustíveis fósseis, que têm preços altos e poluem o ar com altos níveis de CO2 e gases tóxicos, o SunWater não precisa da energia disponível na rede elétrica – que nem sempre está ao alcance das populações que sobrevivem da produção agrícola. Além disso, o equipamento ajuda a popularizar os sistemas de geração fotovoltaica nas áreas rurais.
Como o SunWater é movido pela energia do sol, o agricultor não terá custos de combustível e o uso do equipamento não será cobrado na conta de luz. Segundo o Inhabitat, cada exemplar do SunWater vai custar R$ 5.856, incluindo a perfuração do poço, o sistema de armazenamento da água e a própria bomba, que rega a plantação. O produto ainda passa por testes, mas já está em fase de captação de recursos. Com informações do Inhabitat.
Redação CicloVivo

Pesquisadores avaliam impactos do desmatamento na Amazônia

Pesquisadores avaliam impactos do desmatamento na Amazônia

Um grupo de pesquisadores da Unesp está avaliando os impactos dos desmatamentos nos igarapés do rio Machado, no estado de Rondônia. O biólogo Gabriel Lourenço Brejão, pós-graduando da Unesp de São José do Rio Preto, um dos pesquisadores do grupo, usará os peixes coletados nos igarapés como modelos para verificar como o desmatamento afeta a biodiversidade e a funcionalidade em comunidades de riachos.
“Acreditamos que os resultados do estudo irão ajudar a compreender como o processo de desmatamento afeta a comunidade de peixes, e apontar as áreas mais indicadas para direcionar possíveis investimentos em restauração ecológica de áreas degradadas”, explica o biólogo.
 “O processo de desmatamento continua atualmente, com a expansão das cidades, abertura de novas estradas e grandes empreendimentos agropecuários, mas mesmo com um cenário de degradação tão acentuado, ainda é possível encontrar áreas de floresta intacta em grandes fragmentos localizados na região do baixo rio Machado, mais próxima ao rio Madeira”, complementa o pesquisador.
O projeto, intitulado “Peixes de riachos de terra firme da bacia do rio Machado, RO” é realizado pelo Laboratório de Ictiologia da Unesp de São José do Rio Preto (Labict) e coordenado pela professora Lilian Casatti, com colaboração dos professores Francisco Langeani, do Labict, e Silvio Frosini de Barros Ferraz, do Laboratório de Hidrologia Florestal da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP).

Brasileiro cria turbina eólica de eixo vertical altamente eficiente

Brasileiro cria turbina eólica de eixo vertical altamente eficiente

O inventor brasileiro Antonio Bossolan é o responsável pela criação da “Turbina eólica de eixo vertical”, que é capaz de aproveitar até dez vezes mais a energia dos ventos que passam por ela. A inspiração surgiu pela necessidade de tornar os sistemas eólicos mais eficientes.
De acordo com Bossolan, as turbinas eólicas convencionais desperdiçam muita energia. Estas turbinas são capazes de captar a força dos ventos que correm apenas entre as pás, sendo que toda a parte da base, que também é ventilada, não retém a energia que passa por ela.
O modelo idealizado pelo brasileiro possui um grande número de pás móveis, instaladas por quase toda a sua estrutura e que se posicionam sempre com a face no sentido vertical na direção dos ventos e horizontal no sentido contrário dos ventos.
 Os conjuntos de quatro pás, em formato de cruz, podem ser empilhadas, ficando com a aparência de uma árvore, e tendo a finalidade de ocupar toda a base para, desta forma, captar ainda mais a energia dos ventos. Quanto maior as proporções da turbina, bem como o número de conjuntos de pás empilhadas, maior será o aproveitamento da energia eólica.
Antonio Bossolan, já possui patente nacional e internacional, mas ainda está em busca de parceiros e investidores para transformar o conceito em uma estrutura real.

Japoneses desenvolvem tecido que transforma luz solar em energia elétrica

Japoneses desenvolvem tecido que transforma luz solar em energia elétrica

Um novo material têxtil que é capaz de gerar energia a partir do sol foi criado por pesquisadores japoneses. O tecido construído com fios de células fotovoltaicas transforma a luz solar em energia elétrica.
Os cientistas esperam ter condições de fabricar roupas capazes de carregar um celular ou criar tapetes energéticos. Por enquanto, aguardam o apoio do governo para ajustar as técnicas aplicadas até 2015. Até esse período, eles almejam exibir os primeiros objetos feitos com a tecnologia.
"Ainda temos algumas dificuldades a resolver antes de uma comercialização, como o isolamento dos fios condutores e a melhoria da durabilidade do produto", explicou, à Agência France Presse, um dos funcionários do centro de tecnologia industrial da prefeitura de Fukui.
A empresa Sphelar-Power, de Kyoto, foi responsável por desenvolver as células fotovoltaicas esféricas de pouco mais de um metro.
Essa é uma tentava isolada de gerar energia solar usando tecido. Em 2012, foi divulgada a experiência de cientistas da Universidade da Pensilvânia que desenvolveram painéis solares flexíveis e portáteis, elaborados com fibra óptica. De acordo com os pesquisadores, é possível “vestir” os painéis e utilizá-los para carregar aparelhos eletrônicos.
Outro trabalho curioso foi realizado pela estudante Abbey Rachel Liebman, estudante de vestuário e ciência da fibra (FSAD) da Universidade Cornell, em Nova York, que usou fios de algodão condutores para criar uma coleção de roupas capaz de produzir energia a partir do sol. Veja mais sobre o trabalho da jovem aqui. Com informações do G1.
Redação CicloVivo

A cidade precisa de um respiro

A cidade precisa de um respiro e nós também. Vamos convidar nossos amigos a agir diferente: pedalar mais, viver mais e zelar melhor pelo nosso planeta.

Bicicletando a gente economiza CO2.

"Abraço é bom para todo o mundo"

"Abraço é bom para todo o mundo"

A data de 22 de maio foi escolhida no Brasil como a representação do Dia do Abraço. A ocasião é mais um lembrete da importância que esse simples gesto pode ter no convívio em comunidade e também da influência pessoal que o contato entre os corpos pode exercer.
No início deste ano um estudo da Universidade Médica de Viena (Áustria) mostrou que além de fazer bem, abraçar reduz o estresse, o medo, a ansiedade e a pressão arterial. O abraço ainda promove o bem-estar e melhora a memória.
Tantos efeitos positivos no corpo ocorrem graças à secreção de ocitocina (ou oxitocina) no organismo. O estudo ressalta que todos esses benefícios só acontecem quando abraçamos alguém que gostamos, confiamos ou conhecemos muito bem.
Diante desse fato e de todos os benefícios que um bom abraço pode trazer, o CicloVivo separou algumas definições sobre os diferentes tipos de abraços, inspiradas no livro Terapia do Abraço, da autora canadense Kathleen Keating.
Abraço de urso: É indicado para qualquer pessoa que compartilha com outro uma causa comum e um sentimento de reciprocidade. Entre família e amigos ele é sempre bem-vindo. A autora diz que ele serve para todos aqueles que queiram dizer sem usar palavras. Uma das mensagens que este gesto transmite é: “Eu sou solidário com qualquer dor ou alegria que você esteja sentindo”. Portanto, pratique o abraço de urso nos bons e nos maus momentos.
Abraço padrão: Este é aquele abraço mais formal, normalmente usado entre colegas de trabalho ou pessoas que acabaram de se conhecer. Mesmo sendo um pouco impessoal, ele ainda é bem mais profundo que um simples aperto de mão.
Abraço de rosto colado: Kathleen caracteriza este abraço como algo que beira o espiritual. Além de manterem o contato dos braços, as pessoas também estão com os rostos colados, de forma que o gesto se torna bastante gentil e delicado. Ele é indicado para os momentos em que a pessoa deseja se desculpar por algo. Mas, também se encaixa perfeitamente nas horas de extrema alegria entre amigos.
Abraço grupal: Existe sensação melhor do que poder compartilhar alegria com pessoas amadas? Este abraço é perfeito para extravasar uma conquista coletiva. Ele também transmite apoio, segurança, afeição e oferece o senso de união.
Abraço do fundo do coração: Este é considerado o ápice do abraço. Kathleen explica em sua obra que os especialistas consideram esse modelo altamente poderoso. O abraço é firme e há contato físico pleno, de forma que a sinceridade e os sentimentos são compartilhados entre os corações, que estão diretamente conectados. Ele tem o poder de afastar todas as distrações externas e funciona bem em todos os momentos.
 “Abraço é bom para todo o mundo”, Kathleen Keating.
Redação CicloVivo

Casal deixa São Paulo e viaja de bicicleta pelo mundo

Casal deixa São Paulo e viaja de bicicleta pelo mundo

A viagem de bicicleta do arquiteto Argus Caruso rendeu o livro “Caminhos” e também foi a inspiração para que o casal brasileiro Karla e André Cerri decidisse pedalar pelo mundo. Há pouco mais de um ano os dois deixaram emprego e família em São Paulo e embarcaram rumo ao sonho de conhecer o mundo em uma bike.
O projeto foi muito bem pensado e o fotógrafo e a nutricionista precisaram se planejar muito bem para que a viagem desse certo. São muitos os detalhes que devem ser considerados antes de uma aventura como essas e a preocupação vai desde o preparo físico e a distância da família e amigos, até os altos custos financeiros deste investimento.
O marido foi o primeiro a ser contagiado pela vontade de viajar utilizando a bicicleta como principal meio de transporte. Cerri explica que após ler o livro, ficou muito interessado pelo tema e começou a pesquisar a respeito. Assim, ele descobriu que isso não era algo tão incomum, havia pessoas viajando dessa forma em todo o mundo.
A ideia foi tomando uma forma cada vez mais concreta. “Deixei-a crescer e amadurecer antes de perguntar à Karla. Ensaiava como falar, anotava prós e contras, fazia contas. Foram semanas com algo entalado na garganta e cada vez que ela chegava em casa era uma tortura”, explicou ele. Para sua surpresa, no dia em que resolveu compartilhar a ideia com a esposa, ela “topou na hora” e os dois passaram a planejar o roteiro e outros detalhes juntos, quatro meses antes de se casarem. Essa seria a lua-de-mel.
Com a aprovação, outros detalhes precisavam ser pensados. Dinheiro é essencial para uma viagem tão extensa como essa, mesmo que a bicicleta seja o modal mais barato do mundo. Portanto, os dois economizaram e trabalharam duro por muito tempo. Eles também alugaram o apartamento e moraram um período com a família e amigos, venderam o carro e até mesmo alguns equipamentos fotográficos que Cerri usava para trabalhar.
Para garantir que o tempo no Brasil e a preparação acontecessem da melhor maneira possível, eles acordaram em aproveitar ao máximo o tempo que ainda teriam em território nacional. Sendo assim, além de ocuparem parte do dia reforçando o preparo físico, os dois passaram todos os dias na companhia de amigos e da família. “Pais, irmãos e irmãs, tias, tios, vizinhos, amigos e principalmente nossas sobrinhas, preenchíamos cada minuto do dia com a presença de alguém”, explica o fotógrafo. Apenas cinco meses antes de embarcar na aventura é que o casal contou todos os planos às pessoas próximas.
Eles nunca haviam viajado de bicicleta na vida e ao falar sobre isso, Cerri usa o bom humor: “A maior viagem que tivemos foi a de imaginar uma volta ao mundo em bikes”. Ele também explica que o fato de nunca terem sido ciclistas acaba surpreendendo as pessoas que passam por eles no caminho.
O ponto de partida foi a Holanda, que simbolizou o início de um grande projeto que levaria, em média, quatro anos para ser finalizado. Hoje, 14 meses após as primeiras pedaladas pela Europa, o casal já rodou onze mil quilômetros, passando por lugares como: Marrocos, Grécia, Costa de Santiago da Compostela, Barcelona, Paris, Albânia, Montenegro, Croácia, Eslovênia, entre outros. O roteiro inclui planejamento para pedaladas em todos os continentes, finalizando a viagem no Brasil.
A rotina é prazerosa e reserva, além de boas paisagens, o contato com muitas pessoas e diferentes culturas. “No caminho encontramos famílias, entramos em suas casas, partimos, visitamos amigos, somos recebidos por gente que sempre nos pede para ficar mais. Partimos mais uma vez”, explica Cerri. Ele também conta que muitos gestos de pessoas bondosas acabam os deixando emocionados pelo cuidado e boa vontade.
Mesmo assim, as dificuldades não são poucas. O clima, o relevo, a falta de dinheiro e outros fatores importantes acabam atrasando a viagem e desgastando o casal. “Diariamente sentimos o peso das bikes. Sentimos dores. Muitos dias são prazerosos, mas outros bem comuns, quase uma rotina. Sentimos o choque cultural. O clima é complicado. Outra dificuldade é estar no mesmo lugar e fazer quase tudo junto e ao mesmo tempo durante 24 horas. Muitas vezes sentimos que precisamos do nosso próprio espaço e tempo”, desabafa o marido.
Manter as contas em dia é um desafio, mas o maior deles é lidar com a saudade. “Saudade de tomar café com os amigos, beber uma cerveja, os almoços de domingo, os passeios com os sobrinhos, as brincadeiras e risadas divididas, a ligação de um amigo. Temos saudade de tudo e todos e o que mais queremos é fazer um registro bonito de nossos momentos”, conta o fotógrafo, que aproveita para filmar e fotografar todos os detalhes da expedição. O casal já percorreu quase um terço do planejado, mas ainda são muitos os desafios que eles têm pela frente, também serão muitas histórias, pessoas e lembranças que devem ser eternizadas pelas lentes atentas da dupla.
É possível acompanhar alguns detalhes da expedição através da página da dupla no Facebook. Clique aqui.
Veja o vídeo de apresentação da viagem no link abaixo.
 http://vimeo.com/58988640