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terça-feira, 25 de junho de 2013

Nosso Universo pode estar em uma ponte entre dois outros universos !

Nosso Universo pode estar em uma ponte entre dois outros universos !

O nosso universo pode estar situado no interior de um buraco de minhoca (wormhole) - também conhecido como Ponte de Einstein-Rosen - uma espécie de "cano" hipotético que une dois universos.

O próprio buraco de minhoca seria parte de um buraco negro que ficaria dentro de um universo muito maior, que contém o nosso como um traço dificilmente detectável por algum cientista "extra-universal". Esse cenário, com cara de ficção científica, no qual nosso universo nasceu dentro um buraco de minhoca, está em um artigo que acaba de ser publicado em uma das mais importantes revistas de Física do mundo.

Gravidade e expansão acelerada do Universo

Tal exercício teórico não nasce da ociosidade: acontece que a física atual se debate há anos com problemas difíceis de resolver. O maior deles é a nossa bem conhecida gravidade. Embora seus efeitos possam ser sentidos o tempo todo, ela não se dá com as outras forças conhecidas. Nenhum cientista conseguiu até hoje desenvolver uma teoria que junte a gravidade às forças nucleares fraca e forte e ao eletromagnetismo.

O outro problema é a expansão do Universo. A gravidade deveria estar fazendo com que ele estivesse se contraindo, ou no mínimo, ela deveria estar desacelerando sua expansão. Mas as observações mostram o contrário, o que fez surgir as teorias da matéria escura e da energia escura.

Saindo pelo cano

Nikodem Poplawski, da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, acredita que esses problemas podem ser resolvidos se nosso universo tiver nascido quando uma estrela gigante, situada em um universo muito maior e muito mais antigo do que o nosso, colapsou, formando uma ponte para um outro universo. Se o nosso universo surgiu no meio dessa ponte entre esses dois outros universos, a gravidade pode ser rastreada para antes daquele instante mágico do Big Bang, permitindo sua unificação com as outras forças.

E a expansão acelerada do nosso universo seria explicada pelo simples fato de que estaríamos "vazando" pelo buraco de minhoca, atraídos por outro universo.

Buracos brancos

Poplawski admite que apenas um experimento ou uma observação direta poderiam revelar o movimento de uma "partícula" - tão grande quanto o nosso próprio universo - em um buraco negro real. Mas ele também salienta que, como os observadores somente podem ver o lado de fora de um buraco negro, o interior não pode ser vislumbrado a menos que um observador entre no buraco negro ou já more lá.

"Esta condição seria satisfeita se o nosso universo estiver no interior de um buraco negro existente em um universo maior," afirma ele.

"Como a teoria geral da relatividade de Einstein não escolhe uma orientação para o tempo, se um buraco negro pode se formar a partir do colapso gravitacional de matéria através de um horizonte de eventos no futuro, então o processo inverso também é possível. Um processo assim poderia descrever um buraco branco explodindo: a matéria emergindo de um horizonte de eventos no passado, exatamente como o Universo em expansão," explica Poplawski.

Um buraco branco é conectado a um buraco negro por uma ponte de Einstein-Rosen (ou buraco de minhoca) e é, hipoteticamente, a reversão no tempo de um buraco negro.

Um universo em cada buraco negro

No artigo, Poplawski sugere que todos os buracos negros astrofísicos - e não apenas os buracos negros Schwarzschild e Einstein-Rosen - podem ter pontes Einstein-Rosen, cada um com um novo universo em seu interior, que se formou simultaneamente com o buraco negro. "Do que decorre que o nosso universo poderia ter-se formado dentro de um buraco negro existente dentro de outro universo", defende ele. Ou, mais especificamente, dentro de um buraco de minhoca que une dois outros universos.

Segundo ele, o conceito de um universo que nasce no interior de um buraco negro de Einstein-Rosen poderia evitar ainda o problema da física atual com o chamado problema da perda de informação dos buracos negros, que afirma que toda e qualquer informação sobre a matéria é perdida quando ela passa pelo horizonte de eventos de um buraco negro - por sua vez, desafiando as leis da física quântica. Para isso, ele propõe o uso de um sistema de coordenadas euclidianas, chamadas coordenadas isotrópicas, para descrever o campo gravitacional de um buraco negro e para modelar o movimento geodésico radial de uma "partícula de grande massa" no interior desse buraco negro.

Em seu trabalho, Poplawski estudou o movimento radial ao longo do horizonte de eventos (a fronteira de um buraco negro) de buracos negros do tipo Schwarzschild e Einstein-Rosen - ambos soluções matematicamente legítimas da Relatividade Geral. Faltaria agora generalizar mais a sua solução.

Fonte:Radial motion into an Einstein-Rosen bridge,Nikodem J. Poplawski,Physics Letters B

#JV

Pontes de Einstein-Rosen, como a ilustrada abaixo, nunca foram observadas na natureza, mas oferecem soluções teóricas para a Relatividade Geral ao combinar modelos de buracos negros e buracos brancos.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Geólogos acham possível continente submerso a 1.500 km do RJ Amostras de granito foram encontradas nas profundezas do Atlântico. Cientistas já apelidaram área de 'Atlântida brasileira'.

Geólogos acham possível continente submerso a 1.500 km do RJ

Amostras de granito foram encontradas nas profundezas do Atlântico.
Cientistas já apelidaram área de 'Atlântida brasileira'.

Eduardo Carvalho Do G1, em São Paulo
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Mapa Atlântida (Foto:  )
Geólogos brasileiros anunciaram nesta segunda-feira (6) que foram encontrados, a 1.500 km da costa do Rio de Janeiro, indícios de que estaria ali um pedaço de continente que submergiu durante a separação da África e da América do Sul, época em que surgiu o Oceano Atlântico.
De acordo com Roberto Ventura Santos, diretor de geologia de recursos minerais do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), há dois anos, durante um serviço de dragagem (retirada de solo oceânico para análise) na região da Elevação do Rio Grande -- uma cordilheira marítima em águas brasileiras e internacionais -- foram encontradas amostras de granito, rocha considerada continental.
Ele explica que, inicialmente, levantou-se a hipótese de que o recolhimento de tais amostras fora engano ou acidente. No entanto, no último mês, uma expedição com cientistas do Brasil e Japão, a bordo do equipamento submersível Shinkai 6.500, observou a formação geológica que está em frente à costa brasileira e, a partir de uma análise, passou a considerar que a região pode conter um pedaço de continente que ficou perdido no mar por milhões de anos.
“Pode ser a 'Atlântida' do Brasil. Estamos perto de ter certeza, mas precisamos fortalecer essa hipótese. A certificação final deve ocorrer ainda este ano, quando vamos fazer perfurações na região para encontrar mais amostras”, explicou Ventura ao G1.
O diretor do CPRM não especificou a idade dessas rochas, no entanto, contou que os pedaços de crosta continental que foram encontrados são mais antigos que as rochas encontradas no assoalho oceânico, nome dado à superfície da Terra que fica abaixo do nível das águas do mar.
De acordo com Ventura, o próximo passo será enviar ao governo brasileiro uma solicitação para que o país reclame a área, que está em águas internacionais, junto à Autoridade Internacional de Fundos Marítimos (ISBA, na sigla em inglês), organismo ligado à Organização das Nações Unidas, para que seja realizada no local prospecção de recursos minerais e estudos relacionados ao meio ambiente.
Rochas de granito encontradas durante expedição geológica ao Elevado Rio Grande, na costa brasileira (Foto: Divulgação/CPRM)Rochas encontradas durante expedição geológica à Elevação do Rio Grande, na costa brasileira (Foto: Divulgação/CPRM)
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Pesquisador segura rocha de granito encontrada durante dragagem feita há dois anos, na região do Elevado Rio Grande, na costa brasileira (Foto: Divulgação/CPRM)Pesquisador segura rocha com minério de ferro encontrada durante dragagem feita no ano passado, na região da Elevação do Rio Grande, na costa brasileira (Foto: Divulgação/CPRM)

sábado, 8 de junho de 2013

De acordo com o físico, Roger Penrose, o que está na nossa cabeça é em ordens de grandeza mais complexas do que qualquer coisa que se vê no universo...

De acordo com o físico, Roger Penrose, o que está na nossa cabeça é em ordens de grandeza mais complexas do que qualquer coisa que se vê no universo: se você olhar para o cosmos inteiro, diz Penrose, nosso cérebro é uma minúscula, pequena parte dela. Em comparação com a complexidade de um cérebro, uma galáxia é apenas um nódulo inerte. Cada milímetro cúbico de tecido no neocórtex, reportou Michael Chorost para o "World Wide Mind", contém entre 860 milhões e 1,3 bilhões de sinapses. Estimativas do número total de sinapses no intervalo de 1 trilhão de 164 neocórtex. O número total de sinapses no cérebro como um todo é muito maior do que isso. O neocortex tem o mesmo número de neurônios como uma galáxia tem estrelas: 100 bilhões

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Gotas Quânticas por Amit Goswami, Físico pH.D

Gotas Quânticas

Se a realidade é a minha possibilidade, a possibilidade da própria consciência, então imediatamente surge a questão: como se pode mudá-la? Como melhorá-la? Como fazê-la mais feliz? Na maneira antiga de pensar, não posso mudar nada porque não tenho nenhum papel a desempenhar na realidade. A realidade já está lá. São objetos materiais se movendo por si mesmos, de dentro de vidas determinísticas. Eu, o experimentador, não tenho nenhum papel. Na nova visão, sim, a matemática pode nos dar alguma coisa; ela nos dá as possibilidades que todo esse movimento pode assumir. Mas ela não pode nos dar a experiência real que terei na minha consciência. Eu escolho aquela experiência e portanto, literalmente, crio minha própria realidade.

 (Amit Goswami, Físico pH.D)

Uma bússola para o espaço

Uma bússola para o espaço

Uma bússola para o espaço

As futuras viagens interplanetárias são impensáveis sem um sistema de navegação – algo que lembre o GPS ou Glonass, só que no espaço cósmico. Rádio-astrônomos alemães propuseram usar, na qualidade de faróis naturais, os pulsares, isto é, estrelas de nêutrons que giram rapidamente em até centenas de rotações por segundo.

O pulsar tem uma forte radiação eletromagnética que, a cada rotação, por um momento “atinge” a Terra. No nosso planeta, os aparelhos registram breves impulsos em diapasão de rádio, luz ou de raio X. Quando em 1967 um radiotelescópio recebeu pela primeira vez sinais de um pulsar, inicialmente foi um choque: os cientistas pensaram que haviam sido enviados por alguns seres extraterrestres. Desde então, foram descobertas duas mil estrelas pulsares. Seus impulsos podem ser tanto frequentes como mais lentos, mas todos se repetem com alta periodicidade. Nesta propriedade está baseada a ideia dos cientistas do Instituto de Radioastronomia Max Planck em Bonn: definir a posição de uma nave espacial, sendo que até mesmo fora dos limites do Sistema Solar, através da radiação emitida pelos pulsares.
A essência é a seguinte. Para a navegação são necessários pelo menos três pulsares de diferentes lados do céu. Os sinais de cada um têm características próprias. Dependendo da direção para onde o aparelho voa, os “sinais de chamada” de cada uma das três estrelas virão até ele com certo atraso em relação a chegada prevista anteriormente (registrada no computador de bordo). Comparando entre si os atrasos pode-se calcular as coordenadas do aparelho no espaço, segundo um princípio semelhante ao existente no GPS e Glonass. Os alemães afirmam que a localização da nave poderá ser conhecida com precisão de até 5 quilômetros. O chefe da seção de física e evolução das estrelas do Instituto de Astronomia da Academia de Ciências da Rússia, Dmitri Vibe, considera o número realista.
"Penso que não há nada de incrível nisto. 5 quilômetros é uma distância bastante considerável. Que ela será atingível em todo o sistema solar, isto é compreensível: o tamanho do sistema solar é insignificante em comparação com as distâncias interestelares. A posição concreta no Sistema Solar não tem importância."
Para calcular a trajetória do movimento dos planetas e enviar estações automáticas até eles, durante decênios foi empregado outro método – a radiolocalização. Baseado nele, os cientistas criaram o modelo matemático que prevê como os planetas irão se mover no espaço. Esse modelo pode ser combinado com a ideia dos alemães, supõe o docente da seção de astronomia da Faculdade de Física da Universidade Estatal de Moscou, Vladimir Surdin:
"Este modelo deve ser colocado no computador do aparelho espacial. Assim o computador sempre irá saber onde está o planeta, apesar dele, (o engenho espacial), nem sempre saber onde ele próprio se encontra. É para isto que justamente são necessários os pulsares. Eles informam onde a nave espacial está e, no programa do computador, é colocado onde o planeta se encontra nesse momento. Isso é suficiente para guiar o voo da nave."
Por exemplo, a nave deve se abastecer com combustível de depósito em um dos corpos celestes no cinturão de asteroides. Como encontrar o caminho para ele? Neste caso, a navegação transforma-se em necessidade vital.
Vladimir Surdin diz que muitas dificuldades impedem a criação de semelhante sistema. É correto terem decidido captar justamente o sinal de raios X – porque a ótica de Roentgen é relativamente pequena. Caso contrário teriam de utilizar uma antena de dezenas de metros. No entanto os quantuns de roentgen no espaço são poucos, eles chegam raramente e para captá-los também é necessário um aparelho sensível e grande. Ora, em uma na nave espacial é necessário considerar cada quilo. Mas isto pode ser resolvido – novas tecnologias tornam todos os aparelhos mais compactos, o que nós observamos nos últimos decênios.

Comparação da terra com outros planetas e estrelas


Capacete de Thor (NGC 2359)

Capacete de Thor (NGC 2359)

Esta imagem obtida com o VLT da Nebulosa Capacete de Thor foi tirada por ocasião do 50º Aniversário do ESO, em 5 de outubro de 2012, com a ajuda de Brigitte Bailleul - vencedora do concurso Tweet Your Way to the VLT!

A nebulosa em forma de capacete encontra-se a cerca de 15 mil anos-luz de distância e as suas dimensões são de mais de 30 anos-luz. O capacete é uma bolha cósmica, soprada à medida que o vento da estrela brilhante de grande massa, que se encontra próximo do centro da bolha, se desloca através da nuvem molecular circundante.

Créditos: ESO / B. Bailleul
Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/images

NOSSA LOCALIZAÇÃO NA VIA LÁCTEA

NOSSA LOCALIZAÇÃO NA VIA LÁCTEA

Prof. Renato Las Casas (01/08/01)

      Imagine que em um futuro não muito distante (alguns poucos milhões de anos), algum descendente nosso tenha ido até uma galáxia vizinha em sua nave pessoal (isso será possível?) e em seu retorno à Terra tenha se deparado com a seguinte questão:
      - Em que local da Via Láctea fica o Sistema Solar?
      Imagine esse nosso descendente (vamos chamá-lo de Zul) se aproximando de nossa galáxia. Quanto mais se aproxima, maior ela parece ser. Para que "lado" desse imenso aglomerado de estrelas Zul deve se dirigir?
      O Sol fica a aproximadamente 30.000 AL do centro da Via Láctea (raio 50.000 AL), mas em que direção?
      Uma boa dica para Zul é orientar-se por uma galáxia anã descoberta em 1996, a vizinha mais próxima da Via Láctea. Apesar de muito próxima ela ainda não havia sido "vista" pois se encontra ao longo do plano que contém o disco de nossa galáxia, "escondida atrás do núcleo da mesma".
      O Sistema Solar se encontra a aproximadamente 30.000 AL do centro da Via Láctea, no lado oposto ao dessa nossa vizinha.
      Aproximando-se dessa região, Zul deverá procurar pelo braço espiral de Orion, que fica entre os braços de Sagitário (interno) e de Perseus (externo). É aí que o Sol se encontra.
      Ainda não sabemos exatamente quantos braços a Via Láctea possui. Pelo menos mais um braço interno, ao qual denominamos Centauro, é certo que ela possui.
      O Sol não é uma estrela que se destaque entre as demais. Para achar o Sol, Zul poderá orientar-se por duas estrelas, nossas vizinhas, muito brilhantes: A imensa Betelgeuse, uma estrela avermelhada (gigante vermelha) que se encontra a 428 AL do Sol; e Sirius, uma estrela branca, que se encontra a apenas 8,6 AL de nós.

Luz no Antigo Egito???

Luz no Antigo Egito???

NASA cria 'super-material' que pode ser tocado de mil 200 graus

NASA cria 'super-material' que pode ser tocado de mil 200 graus
A agência espacial dos EUA criaram um material que pode ser aquecido acima de 600 graus mil para rápida dissipação de calor

CALIFORNIA, 5 de junho -. Os riscos enviar um serviço de transporte para o espaço são muitos. Esse lançamento é realizado, a chegada ao seu destino em uma única peça e realizar suas funções adequadamente, entre outros, no entanto, e de ter passado todos esses testes ainda estão desaparecidas outro igualmente importante.

O pouso é um deles, para mudar todas as camadas da Terra ea velocidade que atinge o instrumento espaço torna-se tão quente que, por vezes, viajar pode ser danificado. Por isso, a agência espacial dos EUA, NASA, criou um material capaz de resistir a temperaturas superiores a 600 graus de calor mil e 156 graus Celsius no frio.

A agência realizou um experimento em que Cubos do aquecido "super-material," mil 204 graus, depois de estar no forno por uma hora foram tomadas e pode ser jogado com as mãos nos cantos por alguns minutos, devido ao dissipação de calor rápida.

Espírito

Espírito

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Espirito)





Representação gráfica do espírito.
A palavra espírito apresenta diferentes significados.

Índice

Etimologia

A palavra espírito tem sua raiz etimológica do Latim "spiritus", significando "respiração" ou "sopro", mas também pode estar se referindo a "alma", "coragem", "vigor" e finalmente, fazer referência a sua raiz no idioma PIE *(s)peis- (“soprar”). Na Vulgata, a palavra em Latim é traduzida a partir do grego "pneuma" (πνευμα), (em Hebreu (רוח) ruah), e está em oposição ao termo anima, traduzido por "psykhē".
A distinção entre a alma e o espírito somente ocorreu com a atual terminologia judaico-cristã (ex. Grego. "psykhe" vs. "pneuma", Latim "anima" vs. "spiritus", Hebreu "ruach" vs. "neshama", "nephesh" ou ainda "neshama" da raíz "NSHM", respiração.)
A palavra espírito costuma ser usada em dois contextos, um metafísico e outro metafórico.

Filosofia

Espírito é definido pelo conjunto total das faculdades intelectuais. Ele é frequentemente considerado como um princípio ou essência da vida incorpórea (religião e tradição espiritualista da filosofia), mas pode também concebida como um princípio material (conjunto de leis da física que geram nosso sistema nervoso).
Na Antiguidade, o sopro e o que ele portava (o som, a voz, a palavra, o nome) continha a vida, seja em protótipo, em essência ou em potência (mítica). No tronco judaico-cristão das religiões diz-se que Deus soprou o barro para gerar o (ser no) homem. Dar um nome aos seres vivos ou não, emitir o som do nome (i.e, chamar por um nome, imitar as vozes animais, mimetizá-los, fazer do nome onomatopeia, apresentar-lhes na língua, dar-lhes uma palavra que lhes chame etc), fazer soar pela emissão do sopro vocal, significava possuir (ter o que é deles, a carne, a voz, i.e., ser-lhes o proprietário). Assim, diz-se também que ao dar nomes aos animais, o Homem ancestral, tomou deles a posse, tomou deles algo, deu-lhes a representação, o espírito. Nos contos míticos, emitir um som significa chamar pelo ser que atente a tal som. Assim, o génio da lâmpada de Aladino das (Mil e Uma Noites) aparecia quando Aladino esfregava a lâmpada maravilhosa, assim emitindo um ruído ou som que era exactamente o nome do génio encarcerado.
Em política, diz-se do espírito das leis, expresso na constituição. O termo espírito das leis vem de Montesquieu, que escreveu um livro sobre com este título, no qual ele descreve o sistema triparte de repartição dos estados.

Corpo e espírito

Em diferentes culturas, o espírito vivifica o ser no mundo. O espírito também permitiria ao ser perceber o elo entre o corpo e a alma. Entretanto, muitas vezes espírito é identificado com alma e vice-versa, sendo utilizados de forma equivalente para expressar a mesma coisa.
Segundo a teoria dualista de Descartes, o corpo e o espírito são duas substâncias imiscíveis, cada qual com uma natureza diferente: o espírito pertenceria ao mundo da racionalidade (res cogitans), enquanto o corpo às coisas do mundo com extensão (res extensa), i.e., ao mundo das coisas mensuráveis. Descartes acreditava que a função da glândula pineal seria unir a alma/espírito ao corpo. Sua visão do ser humano era mecanicista. O corpo era tratado como uma máquina de grande complexidade. Pensava em partes separadas, no que ligaria o que com o que, qual seria a função de cada parte, em suas relações etc.
Para algumas tradições religiosas, a morte separa o espírito do corpo físico, e a partir daí, o espírito passa a ser somente da esfera espiritual. Para estas, a morte parece não encerrar a existência de cada ser particular.

Psicologia

Em psicologia, o espírito designa a atitude mental dominante de uma pessoa ou de um grupo, que motiva-o a fazer ou a dizer coisas de um determinado modo.

Espiritologia

De acordo com a espiritologia (ou "psicologia espiritual"), o espírito é o corpo psíquico, que entra em contato com a quarta dimensão (ou Mundo Astral), local onde não existem problemas de espaço (distâncias) ou de tempo. Segundo esta corrente, o ser humano pode entrar em contacto com outros lugares ou até outras épocas, sendo que, alguns pesquisadores, como o psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, acreditavam que os problemas do mundo contemporâneo, não eram regidos apenas pelas pessoas fisicamente, mas também psiquicamente, utilizando o mundo astral como meio de intervir no Mundo Terrestre.

Espíritos na Bíblia

Na Bíblia, a expressão "espíritos" também se refere aos anjos que se rebelaram contra Deus. Na tradição judaico cristã, são também chamados de "anjos decaidos" ou "demônios". Eles subordinaram-se à liderança de um anjo rebelde que foi proeminente na hierarquia angélica, comummente denominado por Satanás e Diabo.
Segundo a Bíblia, embora impedidos de se materializar, estes "anjos decaidos" teriam grande força e influência sobre a mente e o modo de viver dos humanos. Teriam capacidade de se incorporar em humanos e em animais e possuí-los (possessão).
No Novo Testamento, o uso do termo "demónio", em gr. daimoníon, é limitado e específico em comparação com as noções dos antigos filósofos e o modo em que esta palavra era usada no grego clássico. Originalmente, o termo daimoníon designava as divindades, que podiam ser boas ou ruins - para um estudo mais acurado do termo, veja SPINELLI. Miguel. "Sócrates e o seu daimónion". In: Questões Fundamentais da Filosofia Grega. São Paulo: Loyola, 2006, pp. 108-128.

Espiritismo

Segundo a Doutrina espírita, o espírito é a individualização do princípio inteligente do Universo. Quando encarnado - ou seja, vestido de um corpo humano - é chamado de alma, nesta situação alma e espírito são as mesmas coisas. A reencarnação, segundo o espiritismo, é o processo de auto-aperfeiçoamento por que passam todos os espíritos.
Para os espíritas, o estado natural do espírito seria o de liberdade em relação à matéria, ou seja, a condição de desencarnado. Nesta situação, o espírito mantém a sua personalidade e suas características individuais.
Também segundo a doutrina espírita, a interação do espírito com o cérebro se dá através do perispírito. Este conecta a vontade que nasce no espírito com o estímulo que direciona o cérebro.1
Para designar um espírito específico, os espíritas utilizam a inicial em maiúsculo, como por exemplo: "O Espírito Emmanuel".

Teosofia

Na Teosofia, o espírito é associado aos dois princípios mais elevados do Homem, a díade Atman-Budhi, a essência imortal do Homem.

Prâna

Prâna

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Prâna (ou corpo vital) é, na teosofia e em algumas correntes rosacrucianas, um dos princípios da constituição do Homem.
Na Teosofia é preferida a denominação Prâna (ou Pranan, em sânscrito: pra, antes; mais a raiz verbal an, respirar, viver) para designar o 3º princípio na constituição setenária do Homem. Prâna representa a energia psíquica, vital, que mantém o corpo físico funcionando (o corpo físico também é chamado corpo denso ou Sthula Sharira).
Na literatura rosacruciana de Max Heindel [1], (que foi também teósofo), fundador da Fraternidade Rosacruz, aceitam uma constituição tríplice do Homem, e neste caso usam a expressão corpo vital. Assim, diz-se que o homem é um Espírito tríplice, possuindo uma mente que governa o tríplice corpo. Assim, o Espírito Divino emana de si o corpo denso extraindo como alimento a Alma consciente; o Espírito de Vida emana de si o corpo vital, extraindo como alimento a Alma intelectual; e finalmente, o Espírito Humano emana de si o corpo de desejos, extraindo como alimento a Alma Emocional.
Segundo esta mesma corrente, diz-se que o corpo vital é de uma densidade inferior à do gás, denominada "éter" (não confundir com a função química de mesmo nome) que envolve os corpos de todos os seres vivos, e que possibilita a essas formas todo o metabolismo de vida. O corpo vital seria composto por éteres de quatro densidades, a saber (constituição do éter inferior para o superior):
  • Éter químico - responsável pelo funcionamento de todo o metabolismo físico das atividades orgânicas vitais: digestão, excreção, respiração, etc.
  • Éter de vida - responsável pelo funcionamento da função reprodutora: produção de esperma, ovulação, etc.
  • Éter luminoso - responsável pelo funcionamento das funções de relação: visão, audição, fonação, etc. É plenamente desenvolvido apenas nos cordados, e ausente nas plantas e fungos.
  • Éter refletor - responsável pelas funções da memória, do raciocínio, e da imaginação. É plenamente desenvolvido apenas no homem, existindo ainda em estado rudimentar em alguns mamíferos.
O corpo vital (Prâna na teosofia) é, de acordo com Max Heindel, equivalente ao duplo etérico (Linga Sharira na teosofia), pois este autor refere que o corpo etérico ou vital é divisível pelo indivíduo de forma voluntária-consciente-positiva (no caso de um "Auxiliar Invisível") ou de forma involuntária-inconsciente-negativa (no caso de "Medium"), em duas partes, cada uma das quais com dois etéres. A designação de "corpo vital", segundo Heindel, deve-se ao facto de o éter ser o meio de ingresso da força vital do Sol e das agências na natureza que promovem actividades vitais com o assimilação, o crescimento e a propagação. É uma contraparte ou matriz do corpo físico, molécula por molécula e órgão por órgão, com uma excepção: é do sexo oposto, significando Polaridade. À visão clarividente este corpo é ligeiramente mais largo, estendendo-se cerca de quatro centímetros para além da periferia do corpo físico.
Além disto, outras correntes rosacruzes, como é o caso da Fraternitas Rosicruciana Antiqua, preferem propor uma constituição humana formada por três princípios: Corpo, alma e espírito.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Fluxo de energia das Pirâmides

***Fluxo de energia das Pirâmides***

A varredura em um maior do que a resolução normal (dpi), a fim de trazer os fluxos de energia.
Você provavelmente nunca viu uma imagem como esta mostrando a energia eletromagnética do universo fluindo para o topo de uma das pirâmides. Observe isso ocorre a partir do topo, os lados e se você olhar de perto você pode ver no primeiro plano. Na verdade, a imagem que temos mostra de 8 (oito) diferentes fluxos de energia principais, todos estão conectados, alimentando no topo da pirâmide. Este é um dos que as pirâmides foram concebidos para fazer. A imagem acima é, provavelmente, o único de sua espécie. Na verdade, é uma cópia colorida de um original que não tinha os fluxos de energia, o que misteriosamente apareceram durante o processo de cópia e digitalização.
Foi feita a varredura em uma resolução maior do que o normal (dpi), a fim de trazer os fluxos de energia, embora eles podem ser vistos levemente na cópia. Nós pensamos que, talvez, aqueles de vocês que estão interessados em pirâmides gostaria de ver esta imagem original.

Presente: A Evolução é irrefutável

Desde os tempos mais remotos indagamos sobre a origem dos seres vivos, incluindo nós mesmos, e durante todo esse tempo sempre tivemos nossas "respostas" na forma de fantasias, estórias fantásticas e recheadas de alegorias que foram transmitidas de geração após geração.

Por mais de 99% de seus quase 250 mil anos na Terra, o Ser Humano foi dominado pelo pensamento mitológico e suas lendas. Depois, há cerca de 2500 anos atrás surgiu a Filosofia, e a Razão tentou buscar essa resposta abrindo caminho para algo além dos mitos e crenças.

Mas essa Era de lucidez racional seria por 1000 anos obscurecida pelas sombras da Idade Média e seus dogmas de fé baseados na antiga mitologia judáico-cristã. No Oriente Médio, boa parte desta cultura racional sobreviveu disputando lugar com a crença na similar mitologia islâmica, e no Extremo Oriente, também desde há 25 séculos atrás, outro tipo de filosofia, mais mística, se espalhava, baseada no Hinduísmo, Taoísmo e Budismo.

E só há pouco mais de 250 anos, outra área do potencial humano amadureceu e se consolidou, a Ciência.

A Ciência é a fusão da Razão com a Experimentação. Do Pensamento com o Empirismo, e é tão eficiente que seus resultados práticos e materiais em menos de meio século foram muito mais marcantes do que as dezenas de milhares de anos de misticismo e magia.

Ela pode não ter as respostas para nossas indagações interiores, e com certeza não tem a chave da felicidade, mas ninguém pode negar que ela é muito eficaz em entender, explicar e controlar a natureza.

A Ciência também nos deu sua resposta para a grande pergunta sobre a origem da vida, e esta veio sob a forma da TEORIA DA EVOLUÇÃO.

Não é de se admirar que essa explicação só tenha surgido há tão pouco tempo. Primeiro por que não se muda rapidamente centenas de milhares de anos de pensamento mitológico só com 2500 de Filosofia ou 250 de Ciência, e depois porque essa questão realmente não é fácil de ser respondida.

É uma pergunta sobre algo que há muito aconteceu e que ninguém presenciou, sobre eventos e processos que se deram muito antes de qualquer tentativa de resposta mesmo mitológica. Algo que acontece na verdade há muitos milhões de anos.

Com nosso quadro histórico, podemos considerar normal que por volta de 1600 dC, após o surgimento da imprensa, a Ciência tenha tido dificuldades para se estabelecer enfrentando toda uma estrutura de repressão religiosa que até ainda hoje não foi totalmente vencida.

Foi nesse quadro de resistência, que um processo de elaboração de pensamento foi tomando corpo, o EVOLUCIONISMO, que tinha uma resposta diferente daquela referência que dominou toda a Idade Média, a Bíblia.

A idéia de que a Terra era o centro físico do Universo já fora derrubada, mas o impacto sobre a religião não fora tão grande pois a doutrina cristã não se apoia no Geocentrismo, ainda que ele esteja presente na Bíblia.

Mas enfrentar o Mito da Criação? Algo do qual depende boa parte de toda a Teologia Cristã e suas diretrizes de comportamento? Foi algo muito mais complicado.

Não obstante o trabalho árduo de vários pesquisadores, cientistas e filósofos levou a uma mudança de pensamento, e o hoje a TEORIA DA EVOLUÇÃO é mais do que estabelecida como a mais precisa explicação para a origem da vida.

Reiki tem explicação científica? Médicos e Reikianos se unem para pesquisar!

Reiki tem explicação científica? Médicos e Reikianos se unem para pesquisar!

reiki-explicacao-cientifica
Reiki tem explicação científica?
E eu respondo: Não. Ainda não existe um aparelho científico que consiga mensurar o padrão vibratório da energia Rei – Energia Universal, com Sabedoria Divina, que vibra numa frequência muito elevada. Porém a medicina atual já dispõe de alguns equipamentos através dos quais conseguimos “monitorar” as pessoas que recebem Reiki.
Através de alguns exames, podemos ver o que acontece com o organismo antes e depois de uma sessão de Reiki.

Reiki estimula médicos e cientistas a pesquisarem técnicas de cura
Eu tive a oportunidade de participar de um experimento cujo objetivo seria validar a energia Reiki como uma técnica de cura, realizado junto à Associação Brasileira de Medicina Complementar, coordenado pelo então presidente da Associação, Dr. Paulo Farber.
Eu e um grupo de mais quatro Mestres em Reiki aceitamos realizar um teste com uma paciente que já vinha sendo tratada pela Associação acima mencionada.
Esta paciente submeteu-se a um exame chamado “microscopia de campo escuro” antes da transmissão da energia Reiki.
Acompanhados por Dr. Paulo Farber, este exame, entre outras observações, mostrou um desequilíbrio eletromagnético das hemácias de seu sangue, fazendo com que as hemácias ficassem grudadas umas as outras, formando blocos, impedindo-as de “caminharem” livremente e chegarem até as células para realizarem seu trabalho de fornecer o oxigênio e retirar o gás carbônico.

O que acontece no organismo depois da sessão de Reiki?
Logo após esse exame, transmitimos o Reiki durante quinze minutos para a paciente e ao término da aplicação, repetimos o exame para avaliarmos o que aconteceu com o seu sangue.
Nesse novo exame vimos claramente que as hemácias estavam todas soltas e eletromagneticamente equilibradas, o que nos mostrou que realmente a energia Reiki atua rapidamente e gera um reequilíbrio imediato no organismo.
Confesso que foi tanto inesperado como impressionante ver a energia Reiki atuando!

Receber a energia Reiki melhora a qualidade de vida
Continuamos a trabalhar com essa mesma pessoa por um mês e a paciente relatou, após esse período, que sentia uma incrível melhora na sua disposição física, dormia melhor e estava mais calma.
Retornamos à Associação Brasileira de Medicina Complementar e o médico
responsável pela paciente nos relatou a melhora que ela teve em sua qualidade de vida e afirmou que esse é o primeiro passo para encontrar a cura de qualquer doença.

Reiki é o Caminho do Coração!

O que são Chemtrails?

Chemtrails

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Trilhas de condensação sobre San Francisco.
A teoria da conspiração sobre a chemtrail (do inglês, chemical trail: 'trilha química') sustenta que os rastros deixados por alguns aviões são na verdade agentes químicos ou biológicos, deliberadamente pulverizados a grandes altitudes, com propósitos desconhecidos do público, causando danos à saúde da população.1 Versões da teoria da conspiração da chemtrail circulam na Internet, e programas de rádio dizem que a atividade é dirigida por funcionários dos governos. 1 2 3 citando o documento Weather as a Force Multiplier: Owning the Weather in 2025,4 que sugere que a Força Aérea dos Estados Unidos está conduzindo experimentos de mudança do tempo. De fato, esse documento fazia parte de um trabalho acadêmico que consistia em delinear uma estratégia de uso de um futuro sistema de mudança do tempo, com objetivos militares.
A existência de chemtrails tem sido repetidamente negada pelas agências governamentais e por cientistas de todo o mundo.5 6 7
A Força Aérea dos Estados Unidos afirma que a teoria é um embuste "que tem sido investigado e refutado por muitas universidades credenciadas, organizações científicas e principais publicações da mídia". 8
O Departamento Britânico para o Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais afirmou que chemtrails "não são fenômenos reconhecidos cientificamente".6 O Líder do governo da Câmara dos Comuns do Canadá declarou que "o termo chemtrails é uma expressão popular, e não há provas científicas para apoiar a sua existência."9
Trilhas que seriam compatíveis com as chemtrails, segundo os adeptos desta teoria.
O termo chemtrail não se refere a formas comuns de pulverização aérea, tais como a de uso agrícola, a semeadura de nuvens ou o combate aéreo de incêndios. O termo refere-se especificamente a trilhas aéreas decorrentes do lançamento sistemático, em grande altitude, de substâncias químicas não encontradas nas trilhas de condensação (em inglês, contrails), resultando no aparecimento de faixas não usuais no céu. Os adeptos dessa teoria especulam que as finalidades da liberação de produtos químicos poderiam ser: escurecimento global, controle populacional, controle do tempo ou guerra biológica, e essas trilhas estariam causando doenças respiratórias e outros problemas de saúde.1 2 10 11

sexta-feira, 31 de maio de 2013

O QUE A MECÂNICA QUÂNTICA MOSTRA

O QUE A MECÂNICA QUÂNTICA MOSTRA

Mostra que a realidade não é material.
Que a matéria é apenas uma forma de organização da energia.
Que no nível mais fundamental só existe energia.
Que tudo está conectado no nível sub-quântico.
Que tudo é onda e que no final só existe uma única onda.
Que o observador cria a própria realidade.
Que a matéria obedece a vontade do observador.
Que existem nas dimensões fora da terceira dimensão.
Que a consciência continua após a morte.
Que é possível estudar o que existe nas outras dimensões,
e descobrir a realidade das outras dimensões.

Deixando de lado todas as estórias que criaram sobre isso.
Que tudo é consciência e tem consciência.
Que a onda é consciência.
Que toda a matéria tem consciência.
Que uma única consciência está experienciando
a si mesma de infinitas formas.
Que existe um sentimento nesta
única consciência, que é dominante.
E que tudo que contraria esse sentimento cria
condições que trarão infelicidade para quem o criou.
Esse ajuste é a única forma que a consciência
tem de fazer tudo voltar ao equilíbrio.
O universo tende ao equilíbrio e faz tudo que é preciso
para voltar a ele. E isso implica em correções de rumo
desconfortáveis para quem o tira do equilíbrio.
Professor Hélio Couto

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Este é o sofisticado robô está explorando os túneis que ligam as pirâmides de Teotihuacan.


Este é o sofisticado robô está explorando os túneis que ligam as pirâmides de Teotihuacan.

O bóson de Higgs

O bóson de Higgs foi predito primeiramente em 1964 pelo físico britânico Peter Higgs, trabalhando as ideias de Philip Anderson.
Entretanto, desde então não houve condições tecnológicas de buscar a possível existência do bóson até o funcionamento do Grande Colisor de Hádrons (LHC) meados de 2008.
A 4 de Julho de 2012, cientistas do CERN anunciaram que, ao fim de 50 anos de investigação, descobriram uma partícula nova que pode ser o bóson de Higgs 5 . Em 14 de Março de 2013, cientistas anunciam que análise indica que bóson de Higgs foi mesmo encontrado.

sábado, 25 de maio de 2013

Médico analisa o futuro da cirurgia robótica no Brasil

Ciência e Tecnologia

Médico analisa o futuro da cirurgia robótica no Brasil

Especialista Vipul Patel deu entrevista ao JB após participar de Jornada Científica no Rio 

O médico indiano Vipul Patel, especializado em cirurgias urológicas através de robôs, veio ao Rio para participar da Jornada Científica Internacional em homenagem aos 55 anos de carreira do doutor Pietro Novellino, no auditório da Amil, na Barra da Tijuca. Dono do Instituto de Robótica Global, ele vem repassando seus ensinamentos a médicos de todo o mundo, incluindo brasileiros. Em entrevista ao Jornal do Brasil, Patel fez uma análise do desenvolvimento da cirurgia robótica dentro do país e explicou os benefícios que esse tipo de procedimento traz aos pacientes.
Patel fez uma análise do desenvolvimento da cirurgia robótica no País 
Patel fez uma análise do desenvolvimento da cirurgia robótica no País 
 JB: Como você define o desenvolvimento científico e tecnológico da cirurgia de abdomem com especialidade urológica no Brasil?
 - A introdução da cirurgia robótica no Brasil irá revolucionar o modo com que a cirurgia é feita e maximizar os benefícios aos pacientes. O Samaritano, no Rio, e o Nove de Julho, em São Paulo, se comprometeram em aumentar a segurança do paciente, mantendo excelentes resultados ao se juntarem com a minha equipe para aprenderem sobre cirurgia robótica.
JB: Temos informações de que vários médicos brasileiros estão fazendo curso de aperfeiçoamento em seu Centro de Medicina Robótica. Eles estão tendo um bom aproveitamento?
- Nós ajudamos a ensinar a muitos cirurgiões brasileiros a cirurgia robótica, mas somente um foi completamente treinado pelo nosso instituto, Dr. Rafael Coelho, da Universidade de São Paulo e do hospital Nove de Julho. Ele seria considerado um líder no Brasil. Os resultados de seu programa foram muito bons.
JB: Na sua opinião, como o senhor vê a aplicação desse conhecimento por parte desses médicos aqui no Brasil? Que colaboração esses profissionais poderão dar ao país no desenvolvimento da cirurgia robótica?
- Os cirurgiões interessados em aprender sobre robótica no Brasil estão demonstrando muito entusiasmo, similar à paixão pelo futebol. Eles colaboraram muito com minha equipe e com o instituto global de robótica, em Orlando, Flórida. Não só no campo da urologia, mas também em cirurgias no geral e na ginecologia. Tem sido um prazer ajudar e aconselhar tantos excelentes cirurgiões que estão tentando melhorar os resultados dos pacientes de um modo muito nobre.
As equipes no Nove de Julho em São Paulo e no Samaritano mostraram muita coragem e força para aprender a cirurgia robótica. Eles praticaram em um padrão de alta qualidade, incomparável ao que se encontra no Brasil. Nós os treinamos de maneira segura e efetiva.
JB: O senhor acha que a cirurgia robótica poderá se tornar um padrão de procedimento diante do avanço que ela representa em relação à cirurgia convencional?
- Nos EUA a cirurgia robótica é o procedimento padrão para casos de câncer de próstata. Felizmente, isso se repetirá no Brasil. Normalmente o problema encontrado é o acesso restrito aos robôs, e a pouca quantidade de médicos bem treinados e experientes.
 JB: Vários pacientes que nós ouvimos e que passaram pela cirurgia convencional tiveram problemas com a micção descontrolada, exigindo uma nova cirurgia. Pelo que sabemos, esse tipo de problema não existe na cirurgia robótica. Qual a razão do procedimento robótico não ter esse efeito colateral?
- A cirurgia robótica não é sempre necessariamente mais benéfica. A experiência do cirurgião é que determina o resultado, não a máquina. A qualidade vem com a preocupação e cuidado com o paciente e a experiência e conhecimento técnico.
JB: O senhor poderia explicar a diferença entre os procedimentos de cirurgia tradicional e da robótica em termos de tempo de realização dos dois procedimentos e de recuperação dos pacientes?
- A cirurgia robótica é um procedimento menos invasivo ao paciente. Os resultados dependem da experiência do médico, então a chave para entender é que o robô não é a peça mais importante, mas sim o treinamento e experiência do cirurgião. Os pacientes devem atentar à experiência do médico e aos seus resultados publicados.
O Brasil é um excelente lugar, com grandes doutores. É uma honra para nós ajudá-los a aprender a cirurgia robótica. Nosso trabalho irá facilitar uma introdução mais segura desse procedimento aos brasileiros.