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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Cães podem prever terremotos com dias de antecedência, diz agência

Cães podem prever terremotos com dias de antecedência, diz agência

Animais dariam sinais em seu comportamento até 10 dias antes dos abalos.
Agência sismológica chinesa mantém criação de cães em suas instalações.

Da France Presse
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Os cachorros podem sentir a ocorrência iminente de um terremoto com até dias de antecedência. Pelo menos é o que pensa a agência sismológica de uma cidade chinesa que tem uma criação de cachorros em suas instalações, convencida de que esses animais podem prever os movimentos da Terra.

A agência da cidade de Nanchang, capital da província oriental de Jiangxi, afirma que os cachorros "se comportam de maneira anormal antes da ocorrência de um terremoto, às vezes com 10 dias de antecipação", segundo assegura um funcionário da municipalidade.

A província de Sichuan (sudoeste) foi atingida em 20 de abril passado por um terremoto que matou 200 personas e deixou mais de 13.000 feridos. Cinco anos antes, um terremoto deixou 90.000 mortos e desaparecidos.
Cão anda entre destroços após terremoto no Paquistão. Animais seriam capazes de prever sismos com até 10 dias de antecedência (Foto: Naseer Ahmed/Reuters)Cão anda entre destroços após terremoto no Paquistão. Animais seriam capazes de prever sismos com até 10 dias de antecedência (Foto ilustrativa. Naseer Ahmed/Reuters)

Glaciares da Antártica derretem mais rápido nas bases, diz estudo da Nasa

Glaciares da Antártica derretem mais rápido nas bases, diz estudo da Nasa

Contato com oceano mais quente acelera perda de massa na região.
A Antártica contém, em média, 60% das reservas de água doce do planeta.

Do G1, em São Paulo
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Antártica é objeto de muitos trabalhos científicos (Foto: Eduardo Carvalho/G1)Plataformas glaciares localizadas na borda da Antártica são as mais afetadas pelo aquecimento dos mares, diz estudo divulgado pela Nasa e publicado na "Science" (Foto: Eduardo Carvalho/G1)
A base de plataformas glaciares que ficam na borda da Antártica, e tem contato direto com a água do mar, é a região que mais perde gelo devido à elevação da temperatura dos oceanos. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (14) por um estudo publicado na edição impressa da revista "Science" e realizado pela agência espacial americana (Nasa).
A pesquisa revelou que o derretimento na base desses grandes blocos respondeu por 55% da perda total de massa dessas formações de gelo. Os dados foram medidos entre 2003 e 2008 e o volume percebido é muito mais importante do que o previamente calculado.
Determinar como essas plataformas glaciares derretem ajudará os glaciologistas e outros cientistas a melhorar suas previsões sobre a resposta da massa glaciar antártica ao aquecimento do oceano e sobre sua contribuição para a elevação do nível dos oceanos.
Os pesquisadores estudaram as taxas de derretimento destas massas de gelo, que são prolongamentos das geleiras flutuantes no oceano e que cobrem uma superfície de 1,5 milhão de km².
A Antártica contém, em média, 60% das reservas de água doce do planeta em forma de plataformas glaciares
A Antártica contém, em média, 60% das reservas de água doce do planeta nestas plataformas, espécies de barreiras de gelo, reduzindo o escorregamento das geleiras para o oceano.

Segundo a investigação, este estudo refinará os modelos sobre a circulação oceânica, ao fornecer uma estimativa melhor do volume de água doce procedente do derretimento destas plataformas de gelo na zona costeira da Antártica.
Os cientistas reconstituíram o acúmulo de gelo e a espessura com satélites e aviões, assim como as mudanças na elevação destas plataformas e a velocidade de deslocamento. Eles conseguiram, ainda, determinar com qual velocidade derreteram e compará-las com a formação de icebergs.
"O ponto de vista tradicional sobre a perda da massa de gelo da Antártica é que ela ocorre quase totalmente da ruptura de um iceberg", explicou Eric Rignot, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, em Pasadena (Califórnia, oeste), principal autor deste trabalho.
"Nosso estudo mostra que o derretimento da base das plataformas de gelo no entorno da Antártica contribui de forma muito mais importante", afirmou Rignot.

sábado, 25 de maio de 2013

Ilha de Pascoa - Moais




Um ahu com sete moais, símbolos emblemáticos da Ilha de Páscoa.
  • Todas as estátuas foram derrubados de seus ahus (plataformas) no século XVII. A partir de 1956 algumas delas foram restauradas.
  • O Ahu Vinapu é feita com técnicas de construção similares, como os incas de Cuzco.
  • O Moái Paro, é o moai mais elevado entre todos os completos, e está localizado na plataforma Te Pito Kura, medindo 11 metros e pesando 80 toneladas. Atualmente está dividido em três partes.
  • Na pedreira de Rano Raraku há uma estátua inacabada de 21 metros.
  • O Ahu Tongariki é a maior das plataformas existentes, com 200 metros de comprimento e 15 moais sobre a mesma. Foi restaurada entre 1996 e 1997.
  • Em 1988, a Ilha de Páscoa no Pacífico Sul estava à procura de um guindaste. Tudo o que é necessário, explicou o governador, era "apenas um guindaste para retornar as estátuas moai à sua posição vertical." A maior destas estátuas de pedra famosas media 8,4 metros de altura e pesava mais de 80 toneladas. A empresa japonesa TADANO pioneira na construção de guindastes, imediatamente ofereceu seus serviços, juntamente com um guindaste TR-500EX (capacidade de suspensão de 50 ton). Em maio de 1995, 15 estátuas moai estavam de pé mais uma vez no ahu (pedestal) Tongariki, assim como eles estiveram durante séculos. O TR-500EX foi doado à Ilha de Páscoa como presente da TADANO.
O custo do projeto, incluído o guindaste, foi de 180 milhões de ienes8
  • As estátuas da Ilha de Páscoa eram candidatas para Novas Sete Maravilhas do Mundo e ficaram em oitavo lugar na votação.
  • Em 1929 os habitantes da ilha deram ao presidente Carlos Ibáñez del Campo um moai, mas o presidente se desfez dele, pois reza a lenda que um conselheiro lhe advertiu que dava má sorte.9

Indiano planta (sozinho) floresta do tamanho de 800 campos de futebol

Indiano planta (sozinho) floresta do tamanho de 800 campos de futebol

Jadav “Molai” Payeng começou o reflorestamento há mais de 34 anos com o objetivo de salvar a Ilha de Majuli, na Índia. Graças a ele, elefantes, tigres e rinocerontes podem ser encontrados no local

Dizem que todo homem deve plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho, mas o indiano Jadav “Molai” Payeng caprichou tanto na primeira tarefa que, talvez, tenha permissão para abrir mão das outras duas. Ele plantou sozinho uma floresta de cerca de 1.400 acres – o que equivale a 560 hectares ou à área de 800 campos de futebol oficiais.

O plantio começou há mais de 34 anos, com um grande objetivo: salvar a Ilha de Majuli, localizada no nordeste da Índia, onde Payeng morava. O local estava fadado a desaparecer: considerada a maior ilha fluvial do mundo, Majuli sofria com a erosão do solo, provocada por inundações causadas pelo aquecimento global, e chegou a ter mais de 70% de seu território “engolido” pelo rio Brahmaputra.

Casas e fazendas tiveram que ser abandonadas e os animais da região começaram a morrer por não ter onde se abrigar do calor excessivo. Diante da situação, Payeng foi pedir ajuda ao governo, mas como resposta ouviu que o máximo que cresceria na região seriam bambus.

Sem ajuda, ele resolveu salvar a ilha por conta própria. E conseguiu! Payeng plantou mudas de diversas espécies em Majuli e, 34 anos depois, “construiu” uma floresta na Ilha, que é lar de animais como elefantes, tigres, rinocerontes e vários tipos de aves.

Payeng também vive por ali, em uma pequena casa que construiu por conta própria. Realizado, ele tem uma pequena fazenda, onde cultiva para subsistência, e agora será protagonista de cinema. Ele é tema do documentário Forest Man, dirigido por Will McMaster, que, além de mostrar a saga do indiano para plantar a floresta – batizada de Molai’s Woods –, vai retratar os impactos das mudanças climáticas na humanidade

sexta-feira, 24 de maio de 2013

História do Dia Mundial da Água

Cerca de 40% da população mundial pode ficar sem água até 2030, alerta ONU
O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, alertou que até 2030 quase metade da população global terá problema de abastecimento. Isso vai acontecer porque, daqui a 17 anos, a demanda por água vai superar a oferta em mais de 40%.
Ele falou, ainda, que com a mudança climática e as necessidades das populações que crescem e prosperam, os governos terão de trabalhar juntos para proteger essa fonte natural.


História do Dia Mundial da Água
O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.
Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) esta sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.

No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água” (leia abaixo). Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.

Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar idéias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.

Declaração Universal dos Direitos da Água
Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra. 
Frases sobre o Dia Mundial da Água:
- Água é vida. Vamos usar com inteligência para que ela nunca falte.
- O futuro de nosso planeta depende da forma com que usamos a água hoje.
- Todo dia é dia de água, pois ela está presente em tudo e em todos.
- O Dia Mundial da Água não é só para pensar, mas principalmente para agir: vamos usar este recurso natural com sabedoria para que ele nunca acabe.
- Sem a água não haveria vida na Terra! Pense nisso neste Dia Mundial da Água.
Você sabia?
- A Unesco estabeleceu que 2013 é o Ano Internacional de Cooperação pela Água.

As cores da terra - Mudanças climáticas geológicas colorem montes no Oregon

As cores da terra - Mudanças climáticas geológicas colorem montes no Oregon

Chamada apropriadamente por este nome (montes pintados), esta obra de arte da natureza fica na reserva ambiental John Day Fossil Beds National, no estado do Oregon, EUA.

As faixas coloridas e brilhantes nas pedras são faixas fossilizadas de solos, conhecidas como paleossolos.

As cores foram formadas de acordo com a mudança climática ao longo de milhares de anos. As faixas vermelhas, por exemplo, foram produzidas quando no local havia florestas de carvalho.

Já as áreas de cor púrpura se formaram quando havia florestas de nozes e o solo não absorveu bem a água da chuva.

Via: Climatologia Geográfica

Orquídea Dracula símia e Orchis simia

Orquídea Dracula símia e Orchis simia:

Drácula simia (aqueles que se parecem com rostos de macacos) e Orchis simia (que se assemelham a pequenos macacos dançantes).

A Drácula simia só é encontrada nas florestas do Sudeste do Equador em altitudes que variam de 1.000-2.000 metros, e seu cheiro se assemelha a laranjas maduras.

As flores Orchis simia são encontradas na Europa, no Mediterrâneo, Rússia, Ásia Menor e do Irã e as flores tem cheiro forte de fezes!

15 novas aves são identificadas na Amazônia

15 novas aves são identificadas na Amazônia

Desde a segunda metade do século XIX a ornitologia brasileira não dava uma contribuição tão significativa para ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade: 15 novas espécies de aves da Amazônia nacional foram identificadas. Elas serão formalmente descritas pela primeira vez numa série de artigos científicos previstos para serem publicados em julho num volume especial do Handbook of the birds of the world, da espanhola Lynx Edicions.
Onze das novas espécies são endêmicas do Brasil e quatro podem ser encontradas também no Peru e na Bolívia. Oito ocorrem somente a oeste do rio Madeira, na parte ocidental da Amazônia; cinco habitam exclusivamente terras situadas entre esse curso d’água e o rio Tapajós, no centro da região Norte; e duas vivem apenas a leste do Tapajós, no Pará, na porção mais oriental da floresta tropical.
No volume especial do Handbook, os autores descrevem a morfologia (formas e estruturas), a genética e a vocalização (canto e sons) das novas espécies. Por meio de mapas específicos para cada espécie, mostram ainda seus locais de ocorrência. No entanto, até que o livro seja oficialmente publicado, o nome científico e alguns detalhes sobre a anatomia e o modo de vida das novas espécies não podem ser divulgados.
Dessas aves até agora desconhecidas e sem registro na literatura científica, a maior e mais espetacular é uma espécie de gralha, do gênero Cyanocorax, com cerca de 35 centímetros de comprimento, que vive apenas na beira de campinas naturais situadas em meio à floresta existente entre os rios Madeira e Purus, no Amazonas.
“Essa gralha está ameaçada de extinção”, diz Mario Cohn-Haft, curador da seção de ornitologia do Inpa, principal descobridor do cancão-da-campina, nome popular cunhado para a ave. “Seu habitat está em perigo e podemos perder a espécie antes de ter tido tempo de estudá-la a fundo.”
Sua principal região de ocorrência é um complexo de campinas, distante 150 quilômetros ao sul de Manaus, numa área próxima à rodovia BR-319, que liga a capital amazonense a Porto Velho. A estrada está sendo reformada e os pesquisadores temem que o acesso facilitado ao local coloque em risco o hábitat da espécie.
“A nova gralha também ocorre numa zona de campos naturais no sul do Amazonas, próximo a Porto Velho, onde há muitos colonos do Sul do país, que a confundem com a gralha-azul [um dos símbolos do Paraná]”, diz Cohn-Haft.
Por Marcos Pivetta - Agência Fapesp

Sistema de irrigação movido a energia solar é criado para agricultores de baixa renda

Sistema de irrigação movido a energia solar é criado para agricultores de baixa renda

Um sistema de irrigação movido a energia solar foi criado pela International Development Enterprises (iDE) e deverá chegar em breve ao mercado internacional, com preços acessíveis. A solução sustentável foi desenvolvida para agricultores de subsistência, mas poderá ser usada por todos os proprietários de plantações, uma vez que o dispositivo dispensa o uso de combustíveis ou eletricidade para funcionar, reduzindo gastos.
Nomeado SunWater, o sistema de irrigação é uma alternativa mais barata para atender os agricultores de regiões secas, como desertos e sertões. Nestes locais, a maior parte da atividade agrícola é de subsistência, e a escassez da água gera vários problemas, diminuindo a produção das culturas e prejudicando a atividade pecuária – o que causa impactos diretos na renda das famílias que dependem da terra para sobreviver.
Além de eliminar o uso de combustíveis fósseis, que têm preços altos e poluem o ar com altos níveis de CO2 e gases tóxicos, o SunWater não precisa da energia disponível na rede elétrica – que nem sempre está ao alcance das populações que sobrevivem da produção agrícola. Além disso, o equipamento ajuda a popularizar os sistemas de geração fotovoltaica nas áreas rurais.
Como o SunWater é movido pela energia do sol, o agricultor não terá custos de combustível e o uso do equipamento não será cobrado na conta de luz. Segundo o Inhabitat, cada exemplar do SunWater vai custar R$ 5.856, incluindo a perfuração do poço, o sistema de armazenamento da água e a própria bomba, que rega a plantação. O produto ainda passa por testes, mas já está em fase de captação de recursos. Com informações do Inhabitat.
Redação CicloVivo

Pesquisadores avaliam impactos do desmatamento na Amazônia

Pesquisadores avaliam impactos do desmatamento na Amazônia

Um grupo de pesquisadores da Unesp está avaliando os impactos dos desmatamentos nos igarapés do rio Machado, no estado de Rondônia. O biólogo Gabriel Lourenço Brejão, pós-graduando da Unesp de São José do Rio Preto, um dos pesquisadores do grupo, usará os peixes coletados nos igarapés como modelos para verificar como o desmatamento afeta a biodiversidade e a funcionalidade em comunidades de riachos.
“Acreditamos que os resultados do estudo irão ajudar a compreender como o processo de desmatamento afeta a comunidade de peixes, e apontar as áreas mais indicadas para direcionar possíveis investimentos em restauração ecológica de áreas degradadas”, explica o biólogo.
 “O processo de desmatamento continua atualmente, com a expansão das cidades, abertura de novas estradas e grandes empreendimentos agropecuários, mas mesmo com um cenário de degradação tão acentuado, ainda é possível encontrar áreas de floresta intacta em grandes fragmentos localizados na região do baixo rio Machado, mais próxima ao rio Madeira”, complementa o pesquisador.
O projeto, intitulado “Peixes de riachos de terra firme da bacia do rio Machado, RO” é realizado pelo Laboratório de Ictiologia da Unesp de São José do Rio Preto (Labict) e coordenado pela professora Lilian Casatti, com colaboração dos professores Francisco Langeani, do Labict, e Silvio Frosini de Barros Ferraz, do Laboratório de Hidrologia Florestal da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP).

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Os 10 Mandamentos do Amigo do Planeta

Os 10 Mandamentos do Amigo do Planeta UltimateEarth
O decálogo do Amigo do Planeta, de autoria do Vilmar Berna, tem por objetivo estimular um maior aprofundamento sobre o sentido de cidadania ambiental que deve reger o nosso cotidiano e o passo a passo para a formação de um Clube dos Amigos do Planeta na Escola, bem como sugestões de ações práticas a serem realizadas pelos alunos.
1 - Só Jogue Lixo no Lugar Certo
É horrível quando a gente vê alguém jogando lixo no chão. As ruas, praças e qualquer logradouro público não são terra de ninguém, mas pertencem a todos. Você não jogaria lixo na casa de alguém, jogaria? Pois é, a rua pertence a todos, tem muitos donos. O lixo espalhado, além de atrair ratos, moscas, mosquitos, cria um aspecto horrível de poluição em sua cidade. E, depois, custa muito dinheiro de impostos para limpar, dinheiro que podia estar sendo usado para outras obras. Um Amigo do Planeta só joga seu lixo nos locais apropriados, ou guarda no bolso e traz para colocar na lixeira da própria casa.
2 - Poupe Água e Energia
A água que você usa não sai da parede. Ela vem de algum rio ou manancial. Os rios estão sendo agredidos pela poluição e pelo desmatamento, o que torna a água potável cada vez menos disponível, o que eleva o custo de seu tratamento. Quanto à energia, existe a elétrica ou então vem de fontes como gás, petróleo, lenha e carvão. Elas vão escassear cada vez mais e algumas não são renováveis, como o petróleo, por exemplo.
3 - Não Desperdice
Evite consumir além do necessário. Adquira o indispensável em alimentos, objetos, roupas, brinquedos etc. As lojas e supermercados estão cheios de inutilidades que só fazem gastar mais e mais recursos naturais na fabricação. Reflita antes de comprar. Rejeite produtos descartáveis, como copos, garrafas etc. Além de poluírem e aumentarem o volume de lixo, também apressam o esgotamento dos recursos naturais. Reutilize as sacolas de compra. Prefira alimentos naturais, evitando enlatados, empacotados, refrigerantes, os alimentos industrializados, além de mais caros, podem causar alergias e outros males e, às vezes, nem têm grandes funções nutritivas.