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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Cães podem prever terremotos com dias de antecedência, diz agência

Cães podem prever terremotos com dias de antecedência, diz agência

Animais dariam sinais em seu comportamento até 10 dias antes dos abalos.
Agência sismológica chinesa mantém criação de cães em suas instalações.

Da France Presse
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Os cachorros podem sentir a ocorrência iminente de um terremoto com até dias de antecedência. Pelo menos é o que pensa a agência sismológica de uma cidade chinesa que tem uma criação de cachorros em suas instalações, convencida de que esses animais podem prever os movimentos da Terra.

A agência da cidade de Nanchang, capital da província oriental de Jiangxi, afirma que os cachorros "se comportam de maneira anormal antes da ocorrência de um terremoto, às vezes com 10 dias de antecipação", segundo assegura um funcionário da municipalidade.

A província de Sichuan (sudoeste) foi atingida em 20 de abril passado por um terremoto que matou 200 personas e deixou mais de 13.000 feridos. Cinco anos antes, um terremoto deixou 90.000 mortos e desaparecidos.
Cão anda entre destroços após terremoto no Paquistão. Animais seriam capazes de prever sismos com até 10 dias de antecedência (Foto: Naseer Ahmed/Reuters)Cão anda entre destroços após terremoto no Paquistão. Animais seriam capazes de prever sismos com até 10 dias de antecedência (Foto ilustrativa. Naseer Ahmed/Reuters)

Vídeo mostra área próxima ao Brasil onde estaria continente submerso

Vídeo mostra área próxima ao Brasil onde estaria continente submerso

Geólogos divulgaram nesta semana achado em região a 1.500 km do litoral.
Cientistas querem saber mais sobre biodiversidade e recursos naturais.

Eduardo Carvalho Do G1, em São Paulo
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Imagens captadas pelo submersível japonês Shinkai 6.500 ajudaram geólogos brasileiros a obter mais detalhes sobre um possível continente submerso a 1.500 km do litoral do país (veja o vídeo ao lado).
Gravações feitas pelo equipamento reforçaram indícios de que um pedaço de crosta continental teria se descolado e afundado durante a separação da África e da América do Sul, época em que surgiu o Oceano Atlântico. Além disso, as imagens vão ajudar biólogos a detalhar o ecossistema marinho e, possivelmente, descrever espécies ainda desconhecidas pela ciência.
A hipótese da existência da "Atlântida brasileira" foi divulgada nesta terça-feira (6) pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM). No entanto, ela surgiu há dois anos, com o encontro de rochas de granito durante uma prospecção de recursos naturais na Elevação do Rio Grande -- uma cordilheira marítima em águas internacionais.
Tais amostras são consideradas parte de solo continental e seriam mais antigas que as rochas comumente encontradas no assoalho oceânico, nome dado à superfície da Terra que fica abaixo do nível das águas do mar.
Mapa Atlântida (Foto:  )
Durante a expedição, que contou com a ajuda do submersível, foram constatadas formações geológicas com abundante presença de ferro, manganês e cobalto, materiais com importância econômica.
A existência desses minerais fizeram o governo gastar nos últimos quatro anos um montante estimado entre R$ 80 milhões e R$ 100 milhões em prospecções, no intuito de detalhar mais a região.
Esse reforço de informações poderá ajudar o Brasil a solicitar que a área, atualmente em águas internacionais, seja anexada ao país e se torne uma zona de exploração econômica.
Segundo o diretor de geologia do CPRM, Roberto Ventura, este pedido deverá ser feito em breve à Autoridade Internacional de Fundos Marítimos (ISBA, na sigla em inglês), organismo ligado à Organização das Nações Unidas.
Biodiversidade chama a atenção
Segundo o pesquisador brasileiro Paulo Sumida, do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP), que mergulhou a 4.200 metros de profundidade no Atlântico a bordo do Shinkai 6500, além da descoberta de um possível continente, surpreendeu a rica biodiversidade encontrada a milhares de metros da superfície do oceano.
Um consórcio científico firmado entre três universidades brasileiras, entre elas USP, utilizou a expedição para analisar o ecossistema encontrado na região da Elevação do Rio Grande.
Rochas de granito encontradas durante expedição geológica ao Elevado Rio Grande, na costa brasileira (Foto: Divulgação/CPRM)Rochas encontradas durante expedição geológica ao
Elevado Rio Grande, na costa brasileira
(Foto: Divulgação/CPRM)
De acordo com Sumida, foram recolhidas mais de mil amostras de corais e genes de espécies como peixes, vermes e outros organismos, que deverão ser analisados em laboratórios da USP, da Universidade Federal Fluminense (UFF), no Rio de Janeiro, e da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Santa Catarina.
Ele acredita que o trabalho deve contar com a descrição de novas espécies que vivem naquela região. “Vimos organismos com formas peculiares de sobrevivência. Alguns produzem luz fluorescente, outros têm adaptações físicas, como os pepinos-do-mar. No fundo do oceano eles são capazes de nadar, já na superfície são sedentários e não se locomovem”, explicou.
'Sensação de estar no espaço'
Sumida contou ainda que durante o mergulho a bordo do submersível foi possível visualizar tubarões, moluscos, lulas, camarões e até uma espécie chamada de polvo-Dumbo, animal que recebeu este nome por ter duas nadadeiras na cabeça, que lembram as grandes orelhas do elefante Dumbo, personagem da animação de Walt Disney.
Estudos genéticos serão realizados e a fauna ali encontrada será comparada com ecossistemas marinhos presentes em outras regiões do planeta.
Sobre a sensação de explorar o desconhecido, neste caso o fundo do mar, o pesquisador brasileiro explica que a emoção deve ser a mesma daqueles que vão ao espaço. “É sentimento de isolamento e êxtase ao ver coisas que antes você só lia em livros e entender como elas interagem. Nunca fui ao espaço, mas a sensação deve ser a mesma”, finaliza.
Imagem do submersível japonês que ajudou geólogos a reforçar indícios de que há um continente que estaria a 1.500 km da costa do Brasil (Foto: Reprodução/CPRM)Imagem do submersível japonês Shinkai 6.500 que ajudou geólogos a reforçar indícios de que há um continente que estaria a 1.500 km da costa do Brasil (Foto: Reprodução/CPRM)
Exemplar de caranguejo é visto no fundo do mar, na região do Elevado do Rio Grande, a 1.500 km do litoral brasileiro (Foto: Reprodução/CPRM)Exemplar de caranguejo é visto no fundo do mar, na região do Elevado do Rio Grande, a 1.500 km do litoral brasileiro (Foto: Reprodução/CPRM)

A Transição Planetária e a Era de Cristal

A Transição Planetária e a Era de Cristal 

 

Geólogos acham possível continente submerso a 1.500 km do RJ Amostras de granito foram encontradas nas profundezas do Atlântico. Cientistas já apelidaram área de 'Atlântida brasileira'.

Geólogos acham possível continente submerso a 1.500 km do RJ

Amostras de granito foram encontradas nas profundezas do Atlântico.
Cientistas já apelidaram área de 'Atlântida brasileira'.

Eduardo Carvalho Do G1, em São Paulo
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Mapa Atlântida (Foto:  )
Geólogos brasileiros anunciaram nesta segunda-feira (6) que foram encontrados, a 1.500 km da costa do Rio de Janeiro, indícios de que estaria ali um pedaço de continente que submergiu durante a separação da África e da América do Sul, época em que surgiu o Oceano Atlântico.
De acordo com Roberto Ventura Santos, diretor de geologia de recursos minerais do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), há dois anos, durante um serviço de dragagem (retirada de solo oceânico para análise) na região da Elevação do Rio Grande -- uma cordilheira marítima em águas brasileiras e internacionais -- foram encontradas amostras de granito, rocha considerada continental.
Ele explica que, inicialmente, levantou-se a hipótese de que o recolhimento de tais amostras fora engano ou acidente. No entanto, no último mês, uma expedição com cientistas do Brasil e Japão, a bordo do equipamento submersível Shinkai 6.500, observou a formação geológica que está em frente à costa brasileira e, a partir de uma análise, passou a considerar que a região pode conter um pedaço de continente que ficou perdido no mar por milhões de anos.
“Pode ser a 'Atlântida' do Brasil. Estamos perto de ter certeza, mas precisamos fortalecer essa hipótese. A certificação final deve ocorrer ainda este ano, quando vamos fazer perfurações na região para encontrar mais amostras”, explicou Ventura ao G1.
O diretor do CPRM não especificou a idade dessas rochas, no entanto, contou que os pedaços de crosta continental que foram encontrados são mais antigos que as rochas encontradas no assoalho oceânico, nome dado à superfície da Terra que fica abaixo do nível das águas do mar.
De acordo com Ventura, o próximo passo será enviar ao governo brasileiro uma solicitação para que o país reclame a área, que está em águas internacionais, junto à Autoridade Internacional de Fundos Marítimos (ISBA, na sigla em inglês), organismo ligado à Organização das Nações Unidas, para que seja realizada no local prospecção de recursos minerais e estudos relacionados ao meio ambiente.
Rochas de granito encontradas durante expedição geológica ao Elevado Rio Grande, na costa brasileira (Foto: Divulgação/CPRM)Rochas encontradas durante expedição geológica à Elevação do Rio Grande, na costa brasileira (Foto: Divulgação/CPRM)
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Pesquisador segura rocha de granito encontrada durante dragagem feita há dois anos, na região do Elevado Rio Grande, na costa brasileira (Foto: Divulgação/CPRM)Pesquisador segura rocha com minério de ferro encontrada durante dragagem feita no ano passado, na região da Elevação do Rio Grande, na costa brasileira (Foto: Divulgação/CPRM)

Uma das maiores estatuas de Kuan Yin no planeta Terra...

Guanyin do Mar da China do Sul, Monte Xiqiao é uma estátua de Guanyin, localizado no Monte Xiqiao, no distrito de Nanhai Foshan, Guangdong, República Popular da China. Este monumento representa 62 m (203 pés) de altura, [1] [2] e senta-se a 15 m de pedestal fazendo uma altura total de 77 m (253 pés).

Uma das primeiras chaves para a criação de uma realidade da Harmonia Universal é....

"Uma das primeiras chaves para a criação de uma realidade da Harmonia Universal é erradicar a desigualdade. Desigualdade tem uma base de julgamento, medo, poder e controle. Quando a humanidade compreenda a verdadeira igualdade de todas as pessoas, como pode ser visto através dos olhos de infinito, um grande passo para a cura realidade da Terra terá ocorrido. uma realidade que serve as necessidades cármicas, que é o que a Terra tem oferecido ao longo dos séculos, as necessidades de desigualdade. uma realidade que serve necessidades universais, que é onde a Terra está indo, precisa de equilíbrio total, que só pode ser alcançado quando todas as pessoas são vistos como iguais. "(Oferecido por Lauren Zimmerman, mensagem rec da presença de Deus) bênçãos a todos ..

Lauren Zimmerman

Glaciares da Antártica derretem mais rápido nas bases, diz estudo da Nasa

Glaciares da Antártica derretem mais rápido nas bases, diz estudo da Nasa

Contato com oceano mais quente acelera perda de massa na região.
A Antártica contém, em média, 60% das reservas de água doce do planeta.

Do G1, em São Paulo
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Antártica é objeto de muitos trabalhos científicos (Foto: Eduardo Carvalho/G1)Plataformas glaciares localizadas na borda da Antártica são as mais afetadas pelo aquecimento dos mares, diz estudo divulgado pela Nasa e publicado na "Science" (Foto: Eduardo Carvalho/G1)
A base de plataformas glaciares que ficam na borda da Antártica, e tem contato direto com a água do mar, é a região que mais perde gelo devido à elevação da temperatura dos oceanos. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (14) por um estudo publicado na edição impressa da revista "Science" e realizado pela agência espacial americana (Nasa).
A pesquisa revelou que o derretimento na base desses grandes blocos respondeu por 55% da perda total de massa dessas formações de gelo. Os dados foram medidos entre 2003 e 2008 e o volume percebido é muito mais importante do que o previamente calculado.
Determinar como essas plataformas glaciares derretem ajudará os glaciologistas e outros cientistas a melhorar suas previsões sobre a resposta da massa glaciar antártica ao aquecimento do oceano e sobre sua contribuição para a elevação do nível dos oceanos.
Os pesquisadores estudaram as taxas de derretimento destas massas de gelo, que são prolongamentos das geleiras flutuantes no oceano e que cobrem uma superfície de 1,5 milhão de km².
A Antártica contém, em média, 60% das reservas de água doce do planeta em forma de plataformas glaciares
A Antártica contém, em média, 60% das reservas de água doce do planeta nestas plataformas, espécies de barreiras de gelo, reduzindo o escorregamento das geleiras para o oceano.

Segundo a investigação, este estudo refinará os modelos sobre a circulação oceânica, ao fornecer uma estimativa melhor do volume de água doce procedente do derretimento destas plataformas de gelo na zona costeira da Antártica.
Os cientistas reconstituíram o acúmulo de gelo e a espessura com satélites e aviões, assim como as mudanças na elevação destas plataformas e a velocidade de deslocamento. Eles conseguiram, ainda, determinar com qual velocidade derreteram e compará-las com a formação de icebergs.
"O ponto de vista tradicional sobre a perda da massa de gelo da Antártica é que ela ocorre quase totalmente da ruptura de um iceberg", explicou Eric Rignot, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, em Pasadena (Califórnia, oeste), principal autor deste trabalho.
"Nosso estudo mostra que o derretimento da base das plataformas de gelo no entorno da Antártica contribui de forma muito mais importante", afirmou Rignot.

sábado, 8 de junho de 2013

O monte Everest é a mais alta montanha da Terra.

O monte Everest é a mais alta montanha da Terra. Está localizado na cordilheira do Himalaia, na fronteira entre a República Popular da China (Tibete) e o Nepal. Em nepalês, o pico é chamado de Sagarmatha (rosto do céu), e em tibetano Chomolangma ou Qomolangma (mãe do universo).

O Everest foi assim chamado por Sir Andrew Scott Waugh, o governador-geral da Índia colonial britânica, em homenagem a seu predecessor, Sir George Everest. Radhanath Sikdar, um matemático e topógrafo indiano de Bengala, foi o primeiro a identificar o Everest como a montanha mais alta do globo, de acordo com seus cálculos trigonométricos em 1852. Alguns indianos pensam que o pico deveria ser chamado Sikdar, e não Everest.

O monte Everest tem duas rotas principais de ascensão, pelo cume sudeste no Nepal e pelo cume nordeste no Tibete, além de mais 13 outras rotas menos utilizadas. Das duas rotas principais a sudeste é a tecnicamente mais fácil e a mais frequentemente utilizada. Esta foi a rota utilizada por Edmund Hillary e Tenzing Norgay em 1953. Contudo, a escolha por esta rota foi mais por questões políticas do que por planejamento de percurso, quando a fronteira do Tibete foi fechada aos estrangeiros em 1949.
A maioria das tentativas é feita entre abril e maio antes do período das monções porque uma mudança na jet stream nesta época do ano reduz a velocidade média das rajadas de vento. Ainda que algumas vezes sejam feitas tentativas após o período da monções em setembro e outubro, o acúmulo de neve causado pelas monções torna a escalada ainda mais difícil.

Desde 1921, diversas tentativas de escalada foram feitas. Em 8 de Junho de 1924, George Mallory e Andrew Irvine, ambos britânicos, fizeram uma tentativa de ascensão da qual jamais retornaram. Não se sabe se atingiram o pico e morreram na descida, ou se não chegaram até ele, já que o corpo de Mallory, encontrado em 1999, estava com objetos pessoais, mas sem a foto da esposa, que ele prometera deixar no pico. A primeira ascensão até o topo foi feita pela expedição anglo-neozelandesa em 1953, dirigida por John Hunt. O pico foi alcançado em 29 de maio desse ano por Edmund Hillary e Tenzing Norgay.

Em 16 de Maio de 1975, Junko Tabei tornou-se a primeira mulher a alcançar o topo do Everest. A primeira ascensão sem oxigênio foi feita por Reinhold Messner e Peter Habeler em 1978. Em 1980, Reinhold Messner efetua a primeira ascensão solitária. Em 25 de Maio de 2001 Erik Weihenmayer tornou-se o primeiro alpinista cego a atingir o topo.

Durante a temporada de escalada de 1996, 19 pessoas morreram durante a tentativa de chegar ao cume, sendo o maior número de mortes em um único ano na história do Everest. Uma tempestade impossibilitou muitos alpinistas, que estavam próximos ao cume (no escalão Hillary), de descer, matando oito pessoas em um único dia. Entre aqueles que morreram na temporada de 1996 estavam os experientes alpinistas Rob Hall e Scott Fischer, ambos liderando expedições pagas até o topo. O desastre ganhou grande publicidade, e levantou perguntas sobre a comercialização do Everest.

Todos os cinco pontos mais altos da Terra estão no Himalaia, a mais espetacular cordilheira do planeta, originada da colisão da Índia com a Ásia, ativa a milhões de anos nessa Geologia incrível. Como o choque dessa grande massa de terra ainda continua, a altitude tente a aumentar com os milhões de anos seguintes.

Viagem a bordo da ISS

Imagine-se na janelinha da Estação Espacial Internacional. É de noite. Lá em baixo as luzes das cidades brilham, enquanto as auroras polares, coloridas, parecem dançar na frente dos seus olhos. Não é um sonho. É uma viagem fantástica!

Abaixo da nave, os oceanos negros emolduram nuvens brancas e cidades iluminadas por pontos laranja. Relâmpagos e tempestades severas desfilam juntos, denunciando a chuva que cai ou se aproxima. No horizonte, a fina camada da atmosfera brilha como ouro, enquanto as auroras em tons esverdeados dançam, excitadas pelas partículas solares.

Apesar de estarem bem abaixo da altitude da nave, em alguns momentos a Estação Espacial passa por dentro das auroras mais elevadas, revelando maravilhosos tons vermelhos e púrpuros. Na busca incessante pela luz, os painéis solares giram.

O vídeo foi feito a partir de milhares de fotos estáticas capturadas por uma das câmeras a bordo da Estação Espacial Internacional, ISS e mostra diversas cenas noturnas do nosso planeta, visto de 420 km de altitude.

A onda luminosa e sinistra vista ao final de cada sequência é apenas o início da viagem da nave pela parte clara da Terra, uma alvorada rápida e brilhante, vista pelos astronautas a cada 90 minutos a 28 mil km/h.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Himalaia

Himalaia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Himalaia
A face norte do Monte Everest visto do caminho para o acampamento-base na Região Autônoma do Tibete, República Popular da China.
Localização
País(es) Butão
 República Popular da China
 Índia
Nepal
Paquistão
Subsistemas Mahalangur Himal
Caracórum
Langtang
Kishtwar Himalaya
Características
Altitude máxima 8848 m
(29 029 pés)
Cumes mais altos Monte Everest
K2
Kangchenjunga
Lhotse
Comprimento 2600 km
Imagem de satélite do Himalaia.
Imagem de satélite do Himalaia.
O Himalaia, Himalaias ou Cordilheira do Himalaia é a mais alta cadeia montanhosa do mundo, localizada entre a planície indo-gangética, ao sul, e o planalto tibetano, ao norte. A cordilheira abrange cinco países (Índia, China, Butão, Nepal, Paquistão) e contém a montanha mais alta do planeta, o Monte Everest. O nome Himalaia vem do sânscrito e significa "morada da neve". Os Himalaias espalham-se, de oeste para leste, do vale do rio Indo ao vale do rio Bramaputra, formando um arco de cerca de 2500 km de extensão e com uma largura variando de 400 km no oeste, na região da Caxemira-Tibete, a 150 km no leste, na região do Tibete-Arunachal Pradesh.

Índice

Descrição geral

Perspectiva do Himalaia e do Monte Everest e todo o planalto do Tibete (imagem de satélite) (versão comentada)
Os Himalaias formam um grande sistema montanhoso, que incluem o Himalaia propriamente dito, o Caracórum, o Hindu Kush e o Pamir. Este sistema estende-se por cinco diferentes nações: Paquistão, Índia, Nepal, Butão e República Popular da China. Juntas estas cordilheiras, o sistema montanhoso do Himalaia é o teto do mundo, e lar dos picos mais altos do planeta, o Monte Everest (8 848 m) e o K2 (8 611 m). O pico mais alto fora dos Himalaias é o Aconcágua, nos Andes, com 6 962 m, e somente no Himalaia há mais de 100 picos excedendo os 7 200 m de altitude.
Os Himalaias são fonte de duas das maiores bacias hidrográficas: a bacia do rio Indo e a bacia do Ganges-Bramaputra. Aproximadamente 1 000 milhões de pessoas vivem nas bacias hidrográficas de rios que nascem no Himalaia. Entretanto, a densidade populacional dos Himalaias é muito baixa e poucos são os centros populacionais, sobretudo na vertente meridional. O Himalaia influencia também fortemente o clima, a vegetação e a distribuição dos animais.
A cordilheira Himalaia consiste de três cadeias paralelas, que do sul para o norte, são o sub-Himalaia, os Pequenos Himalaias e os Grandes Himalaias. As montanhas começaram a se formar por dobras há 40 milhões de anos, quando o subcontinente indiano se projetou em direção ao norte contra a principal massa terrestre asiática.
Panorama do Himalaia, foto de um astronauta a bordo da Estação Espacial Internacional, Expedição 8.

Origem

A viagem de mais de 6.000 km do continente indiano antes de sua colisão com a Ásia (Eurásia) entre cerca de 40 e 50 milhões de anos atrás.
O Himalaia está entre as formações montanhosas mais jovens do planeta. De acordo com a moderna teoria das placas tectônicas, sua formação é resultado de uma colisão continental, ou então, pelo processo de orogenia (isto é, processo de formação de montanhas) entre os limites convergentes entre as placas Indo-australiana e da Eurásia. A colisão iniciou-se no Cretáceo Superior há cerca de 70 milhões de anos, quando a placa Indo-australiana se moveu rumo ao norte e colidiu com a placa da Eurásia. Há cerca de 50 milhões de anos, com a movimentação rápida da placa Indo-australiana, a junção já havia se estabelecido. Entretanto, a placa, continua a movimentar-se horizontalmente para baixo do planalto do Tibete, forçado a ascendência do planalto. As montanhas de Arakan-Yoma em Mianmar e as ilhas Andamão e Nicobar na Baía de Bengala também se formaram em decorrência dessa colisão.
A placa Indo-australiana ainda se move numa proporção de 67 mm/ano, e nos próximos 10 milhões de anos avançará cerca de 1500 km para o interior da Ásia. Cerca de 20 mm/ano da convergência da Índia com a Ásia é absorvida pelo empuxo ao longo da frente sul do Himalaia. Isto, leva os Himalaias a elevar-se cerca de 5 mm/ano; fazendo com que eles sejam geologicamente ativos. O movimento da placa indiana em direção à placa asiática, também faz esta região ser sismicamente ativa, induzindo terremotos periodicamente.

Glaciares e bacias hidrográficas

Glaciares próximos ao pico do K2.
Um grande número de glaciares são encontrados nos limites do Himalaia. Entre eles encontra-se o glaciar de Siachen, o maior no mundo fora da região polar. Outros glaciares famosos incluem o Gangotri e Yamunotri no estado de Uttarakhand (Índia); Nubra, Biafo e Baltoro na região de Caracórum; o Zemu no estado de Sikkim (Índia); e o Khumbu na região do monte Everest.
As altas altitudes do Himalaia são cobertas por neve durante todo o ano, apesar de sua proximidade aos trópicos; e origina as fontes de vários rios perenes que na sua maioria associam-se a uma das duas bacias:
Os rios do oeste associam-se a bacia do rio Indo. O Indo nasce no Tibete na confluência dos rios Sengge e Gar e corre rumo ao sudoeste através do Paquistão para desaguar no mar da Arábia. O rio é alimentado por vários grandes afluentes, entre eles o rio Jhelum, o rio Chenab, o rio Ravi, o rio Beas e o rio Sutlej.
A maioria dos rios restantes drenam para a bacia do Ganges-Bramaputra. Diversos outros afluentes os alimentam durante seus caminhos. O Bramaputra nasce como Yarlung Tsangpo no oeste do Tibete, e corre para o leste através do Tibete e então para o oeste pelas planícies de Assam. O Ganges nasce na região central do Himalaia e corre no sentido leste. Ambos os rios se encontram em Bangladesh, e desaguam na Baía de Bengala formando um dos maiores deltas do mundo.
Formação de lagos pelo derretimento dos glaciares na região himalaia do Butão.
No extremo leste do Himalaia as fontes alimentam o rio Irauádi, que se origina no leste do Tibete e corre para o sul através de Mianmar para desaguar no mar de Andamão.
Recentemente, cientistas têm monitorado o notável aumento da taxa de derretimento dos glaciares do Himalaia devido as alterações climáticas globais.1 Embora os efeitos desse derretimento não sejam tão claros no presente, eles podem, potencialmente, num futuro próximo, significar uma calamidade para milhões de pessoas que contam com os glaciares para alimentar os rios durante a estação da seca.2
De acordo com o comitê para assuntos climáticos das Nações Unidas, os glaciares do Himalaia, que são a fonte dos maiores rios da Ásia, podem desaparecer em 2035 à medida que a temperatura se eleva, e Índia, República Popular da China, Paquistão, Bangladesh, Nepal e Mianmar podem sofrer com inundações seguidas de estiagem nas próximas décadas.3 Só na Índia, o Ganges provê água para beber e para a o cultivo para mais de 500 milhões de pessoas.4

Lagos

A região do Himalaia é dotada de centenas de lagos. A sua grande maioria pode ser encontrada em altitudes inferiores a 5000 m, com o tamanho dos lagos diminuindo com a altitude. O maior lago é o Pangong Tso, na fronteira entre Índia e Tibete, e está a uma altitude de 4600 m. O lago Gurudogman, localizado em Sikkim, é um dos mais altos, a 5.148 m de altitude segundo a Missão Topográfica Radar Shuttle' (SRTM). Outros lagos incluem, o Tsongmo, na fronteira da Índia com a China, no Sikkim, e o lago Tilicho na região de Annapurna no Nepal. Todos os lagos são alimentados pelos glaciares, e são conhecidos pelos geógrafos pelo nome de tarns.

Impacto no clima

O Himalaia tem um efeito profundo sobre o clima do subcontinente indiano e do planalto tibetano. Impede que os ventos frios e secos do Ártico soprem no subcontinente, e mantém o Sul da Ásia muito mais quente do que ocorre nas regiões temperadas de outros continentes. Por outro lado, faz uma barreira para os ventos sazonais das monções, impedindo-os de seguir para norte, e provocando fortes chuvas na região Terai. O Himalaia desempenha um papel importante na formação dos desertos da Ásia Central, como o Taklamakan e o deserto de Gobi. As cadeias de montanhas ocidentais também resultam na precipitação de neve na região de Caxemira e em partes de Punjab e no norte da Índia. Apesar de ser uma barreira para os ventos frios de norte no inverno, o vale do Bramaputra recebe parte dos ventos frios diminuindo a temperatura nos estados do nordeste indiano e do Bangladesh.

Ecologia

A flora e fauna dos Himalaias varia com o clima, índices pluviométricos, altitude e tipo de solo, gerando assim diferentes comunidades ou ecorregiões.

Florestas de planície

Na planície Indo-gangética, na base dos Himalaias, uma planície aluvial drenada pelos rios Indo, Ganges e Bramaputra, uma vegetação exuberante se distribui, de oeste para leste, variando conforme a intensidade das chuvas. Uma vegetação xerófila ocupa as planícies do Indo no Paquistão e no Punjab (Índia). Mais a leste uma floresta decídua úmida se estende pelos estados indianos de Uttar Pradesh, Bihar e Bengal Ocidental, seguindo o curso do Ganges. Estas florestas de monção, com suas árvores caducas perdem suas folhas durante a estação seca. No extremo leste um floresta úmida perene ocupa as planícies de Assam, no vale do Bramaputra.

Cinturão do Terai

Acima da planície aluvial se estende uma faixa, o Terai, de pântanos sazonais de solo arenoso e argiloso. Os índices pluviométricos do Terai são maiores que nas planícies aluviais, e seu terreno plano, fazem com que os rios que descem velozes do Himalaia, diminuam seu ritmo, alargando seus cursos e tornando-se mais caudalosos no período das monções. Grande quantidade de sedimento fértil é depositado em suas planícies tornando-o um ecossistema rico. O Terai possui um mosaico de vegetação, incluindo pastagens, savanas, florestas úmidas e de folha caduca. Entre a fauna, merecem destaque, o rinoceronte-indiano (Rhinoceros unicornis) e o porco (Sus salvanius). Tigres, elefantes, leopardos, ursos e cervos também fazem parte da fauna local. As gramíneas dessa região estão entre as mais altas do mundo, merecendo destaque o capim-kans (Saccharum spontaneum) e a capim-baruwa (Saccharum beghalensis).

Cinturão de Bhabhar

Localizado acima do Terai, é um planalto de solo rochoso e poroso. Possui um clima subtropical. No oeste dessa região localiza-se uma floresta de pinheiros, onde o pinheiro-azul ou pinheiro-branco-do-butão (Pinus roxburghii) é a principal espécie; já a região central é denominada por florestas de folhas-largas, dominadas pelo sal (Shorea robusta). Vários mamíferos ameaçados habitam esta região, entre eles, o tigre-de-bengala (Panthera tigris tigris), a pantera-nebulosa (Neofelis nebulosa), e o raro Langur-dourado (Trachypithecus geei). Entre as aves, a Arborophila mandellii é endêmica dessa ecorregião.

Colinas Siwalik

Também chamadas de Colinas Churia, localizam-se acima da região de Bhabhar. São pequenas cordilheiras se estendendo através dos pés do Himalaia, no Paquistão, Índia, Nepal e Butão. Consistem em várias pequenas cadeias, com altitudes entre os 600 a 1.200 metros. Sustentam uma vegetação arbustiva.

Pequenos Himalaias

Constituem cadeias montanhosas de 2000 a 7000 metros de altitude.

Região Central

Localiza-se entre os Pequenos e Grandes Himalaias. Em sua área central está coberta por florestas de folha caduca, e na parte superior por coníferas.

Região de arbustos e pastagens alpinas

Encontra-se acima da linha das árvores, ou seja, nesse ponto em diante não são mais encontradas árvores, e predomina vegetação arbustiva e pastagens alpinas. Entre os mamíferos encontram-se o leopardo-das-neves (Uncia uncia), o carneiro-azul (Pseudois nayaur), o tar (Hemitragus jemlahicus), o takin (Budorcas taxicolor), o goral-himalaio (Nemorhaedus baileyi) e a marmota-himalaia (Marmota himalayana).

Picos importantes

Vista aérea no Himalaia.
Panorama do Monte Evereste  visto a partir do Planalto Tibetano.
Panorama do Monte Evereste visto a partir do Planalto Tibetano.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Russos malucos subiram ilegalmente nas pirâmides do Egito e tiraram estas fotos inacreditáveis

Russos malucos subiram ilegalmente nas pirâmides do Egito e tiraram estas fotos inacreditáveis

Publicado por luxcuritiba em março 27, 2013
26 MAR, 2013 ]
por Max Read
Semana passada, um grupo de fotógrafos russos aparentemente escalou a Grande Pirâmide de Gizé, no Egito. Eles se esconderam de guardas por quatro horas após o fim das visitas e começaram a subir. Segundo um dos fotógrafos, escalar a pirâmide pode dar punição de um a três anos. Mas valeu a pena. “Fiquei sem palavras”, ele escreveu. “Senti um prazer arrepiante, uma felicidade absoluta.”
Como eles estavam visíveis para os guardas, a maior parte das fotos foram tiradas enquanto eles estavam deitados.
Veja algumas das fotos:
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http://www.gizmodo.com.br/fotos-piramides-egito/

***A Origem e o Futuro do Planeta TERRA***

***A Origem e o Futuro do Planeta TERRA***

Meus amados, gostaria de falar-lhes sobre a origem e a história do seu planeta, a Sagrada Mãe Terra, e como os planetas surgiram. No começo, antes mesmo da existência do tempo, havia o Pensamento. Havia a consciência, a presença, e se preferirem, havia a Unidade criadora em expansão. E o Pensamento criou a expressão da Energia criadora que não pode ser contida. …

Canalizado por Judith Coates

Ela pode ser contatada em Judith @Oakbridge.org. ou no website: http://www.Oakbridge.org/.

Fonte: http://www.luzdegaia.org/joshua/judith/origem_terra.htm

… A presença em vocês não pode ser e nunca será contida em nenhuma esfera da realidade com “r’” minúsculo. A Realidade, com “R” maiúsculo, está sempre em expansão. A Unidade está em constante expansão, expressão e experiência. O Pensamento criou a Luz, e a Luz gerou a forma, amalgamando luz na forma. E nesse momento fora da dimensão de tempo, pois ainda não havia a ideia de tempo, fez-se a união da forma com a energia e criou-se o que olhando para os céus chamam de constelações de estrelas, o universo e vários outros corpos de energia nos quais viveram e reconheceram-se como Ser, advindos da energia do Pensamento.

Falarei como se houvesse uma forma linear de tempo, embora ainda não existisse a idéia de tempo nesse momento. Havia apenas a criação. O tempo, o conceito de tempo, veio mais tarde. Mesmo quando seus cientistas medem a luz gerada de galáxias distantes, o fazem em anos-luz e em tempo linear. Na verdade, a criação é bem anterior ao que os cientistas definem ou conseguiram definir até agora, porque estão circunscritos ao conceito de tempo. Para ir além é comparar, mais ou menos, com os primeiros desbravadores que achavam que a Terra era quadrada e que passando determinado ponto do horizonte cairiam.

Os cientistas pesquisando o conceito de tempo estão descobrindo que o pensamento e a energia do pensamento não necessitam do tempo, na verdade, não podem ser restritas a tempo nenhum. Portanto, em eons e eons passados, viveram em galáxias muito distantes do universo. Reconheceram-se criadores, parte do fluxo do pensamento e da energia. E ao experienciar nas diversas formas de corpos estelares, reconheceram-se até como o próprio sol.

EM PAZ COM O MUNDO...

EM PAZ COM O MUNDO...

Olhar as dificuldades só faz minar nossa força...

Enquanto brigamos com a vida por achar que tudo está errado, estamos olhando com os olhos do ego controlador...

Gostaria que tudo saísse conforme planejou... Esse ego gostaria de estar no controle...

Quando deixamos de querer controlar as situações da vida, passamos a ficar a favor dela...

Então nos soltamos pra que ela nos traga tudo o que precisamos...

terça-feira, 4 de junho de 2013

MENSAGEM DOS ANJOS DO SENHOR, recebida pela Irmandade Luz do Sol Central em 04 de junho de 2013.


MENSAGEM DOS ANJOS DO SENHOR, recebida pela Irmandade Luz do Sol Central em 04 de junho de 2013.

Nave da Federação Affhir 11.
Sistema Solar Mommatia - Planeta Shan (Terra).
Templo Etérico do Amor Universal - Irmandade Luz do Sol Central.
Sob a direção do Comandante Tharius Dhan (Yannes).

Amantíssimos,
Saudamos desde nossos Corações vossa Luz e vossa Sabedoria!

Ilustrar o que vemos desde aqui seria impossível, mais podemos dizer que estão muito melhores hoje do que ontem.

Queremos reafirmar nossa presença entre vós humanos em Ascenção, humanos que buscam a Mestria de Alma e Coração.

Cada um de vocês cumpre um papel na ciranda reencarnatória deste planeta, contribuindo ora para o bem, ora para o mal, mais contribuem, pois esta Escola de Vida chamada Terra, foi constituída para vosso aprimoramento e valorização de si mesmo e de vosso próximo.

Então, dizemos com muita Alegria que avançamos, conquistando espaços antes obscuros, agora iluminados pelo Amor Crístico e Mariano.

Compreendemos perfeitamente que nem todos estão alinhados, sintonizados com os acontecimentos espirituais e físicos vigentes, porém não deveis se preocupar, pois a Lei é para todos.

Desejamos apenas lembrar-vos de seus compromissos, da vossa Missão Sagrada, que é trazer Luz à Terra, iluminando-se.

Muitos ainda procuram vivenciar a matéria, sem perceber que ela esta se transformando, ficando rarefeita, deixando transparecer o outro lado, o véu se descortina diante de vossos olhos humanos, mais ainda tens os olhos espirituais fechados.

A iluminação que tanto falam nada mais é do que olhar para dentro e encontrar-se e dizer que reconhece no que vê um Filho do Pai Amantíssimo. Verão vossa Luz Interior brilhar.

Ao assumir a identidade cósmica, perceberá instantaneamente que mesmo os hoje contrários também são vossos irmãos ainda adormecidos, doentes do Coração. “Perdoai, pois eles não sabem o que fazem!”

Quando cessarem os falsos julgamentos, a ganância, a inveja, a luxúria, o ego, o desamor, entre tantos sentimentos e atitudes desarmoniosas, estareis abrindo as portas cósmicas, descortinando os véus dimensionais, coexistindo com o Todo.

Este aprimoramento não requer religião, dogmas, regras, mais tão somente ATITUDE.

Tomeis o cajado e as sandálias e ide avante, buscai, nos mais profundo âmago de vosso Ser, a Luz Divina, a Centelha Cósmica, a vossa Estrela Perpétua.

Digam: Eu Creio no Cristo Interno!

Por um momento imaginem-se o SOL. O astro que ilumina não somente vosso corpo físico, mais principalmente o vosso espírito, mostrando todos os dias o caminho a ser seguido, o farol da iluminação, a ponte dourada por onde deveis atravessar e alcançar patamares mais elevados.

Não esmoreceis, sabemos que aperta-se ao vosso redor os problemas, acumulam-se as dúvidas e transborda-se o medo, mais confieis vossas vidas no Pai Amantíssimo.

Muitos se perguntam por que os desastres naturais ceifam tantas vidas, se a natureza é Divina em sua essência. Sabeis que por ser Divina, não poderia coexistir com o contrário, com o desamor e, como muitas outras vezes em vossa história, a dor serpenteia entre vós, mais deveis regozijar-se, pois receberão uma Terra completamente renovada, rejuvenescida, iluminada e energeticamente perfeita.

Compreendam que em um plano de refinamento como o que estão inseridos neste momento, requer certo grau de limpeza, pois a cada salto dimensional mais puro se tornam.

Esta jornada de volta à Fonte é uma experiência única em vossas vidas, agora mais que antes, estão em condições de entender isto, vislumbrar o ir e vir de almas, subindo e descendo os degraus dimensionais, em uma infindável procissão de luzes matéria-espírito e espírito-matéria.

Olhem ao vosso redor, percebam como as cores estão mais vivas, mais belas e atraentes, percebam o céu mais azul, o Sol mais presente, as nuvens mais alvas, o vento mais cálido, pois o Amor esta se impregnando em tudo que existe Agora!

Percebam também que ainda existem nuvens de tempestades e ventos fortes purificando onde necessário se faz.

Todo este sacrifício é para vós!
Toda esta iluminação é para vós!
Todo este Amor é para vós!

Nunca antes a presença da espiritualidade esteve tão próxima, a presença das grandes naves nos noticiários, inúmeros casos de avistamentos e experiências extracorpóreas se viu.

Os sinais estão à vista, pois a Bandeira do Cristo já tremula alta no mastro e deveis observar amorosamente a transição que vivenciam, buscando contribuir com a Harmonia e o Amor Incondicional, fortalecendo o planeta e seus habitantes ainda despreparados.

Bem, a fala que deixamos, pode ser entendida como um alerta e um bom conselho para aqueles que puderem alcançar a magnitude dos dias e das horas.
Celebramos convosco a Páscoa Celestial, pois o Cordeiro VIVE entre nós!

“Amai-vos uns aos outros”, este é um grande ensinamento!

Despedimo-nos, alegres por colaborar na grande messe do Altíssimo.

Enviamos a Luz do Pai Primogênito, o Amor de Cristo e o Sopro do Espírito Santo aos vossos Corações.

Que seja breve nosso reencontro...

Todos Somos Uno!

Anjos do Senhor

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Templo de Ramses II


Ruínas antigas em Tikal, Guatemala


DICAS SOBRE PLANTAS MEDICINAIS:

DICAS SOBRE PLANTAS MEDICINAIS:
Em nosso corpo, cada um dos órgãos que funcionam involuntariamente têm duas horas de máxima atividade diária, portanto o relógio do corpo humano simboliza de forma didática os horários e as plantas medicinais com maior atividade em relação ao órgão correspondente.
Mas é importante lembrarmos que tanto um remédio quanto um medicamento dependem da qualidade da matéria-prima produzida, por isso, toda a planta medicinal deve ser cultivada de maneira orgânica (limpa e sadia).
Veja na imagem qual a melhor hora para usarmos cada planta:

Piramides ao redor do mundo