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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Cães podem prever terremotos com dias de antecedência, diz agência

Cães podem prever terremotos com dias de antecedência, diz agência

Animais dariam sinais em seu comportamento até 10 dias antes dos abalos.
Agência sismológica chinesa mantém criação de cães em suas instalações.

Da France Presse
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Os cachorros podem sentir a ocorrência iminente de um terremoto com até dias de antecedência. Pelo menos é o que pensa a agência sismológica de uma cidade chinesa que tem uma criação de cachorros em suas instalações, convencida de que esses animais podem prever os movimentos da Terra.

A agência da cidade de Nanchang, capital da província oriental de Jiangxi, afirma que os cachorros "se comportam de maneira anormal antes da ocorrência de um terremoto, às vezes com 10 dias de antecipação", segundo assegura um funcionário da municipalidade.

A província de Sichuan (sudoeste) foi atingida em 20 de abril passado por um terremoto que matou 200 personas e deixou mais de 13.000 feridos. Cinco anos antes, um terremoto deixou 90.000 mortos e desaparecidos.
Cão anda entre destroços após terremoto no Paquistão. Animais seriam capazes de prever sismos com até 10 dias de antecedência (Foto: Naseer Ahmed/Reuters)Cão anda entre destroços após terremoto no Paquistão. Animais seriam capazes de prever sismos com até 10 dias de antecedência (Foto ilustrativa. Naseer Ahmed/Reuters)

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Ver - Buda

Se você vir algo de bom em mim, lembre-se que não está em mim, mas em si...
(Buda)

15 novas aves são identificadas na Amazônia

15 novas aves são identificadas na Amazônia

Desde a segunda metade do século XIX a ornitologia brasileira não dava uma contribuição tão significativa para ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade: 15 novas espécies de aves da Amazônia nacional foram identificadas. Elas serão formalmente descritas pela primeira vez numa série de artigos científicos previstos para serem publicados em julho num volume especial do Handbook of the birds of the world, da espanhola Lynx Edicions.
Onze das novas espécies são endêmicas do Brasil e quatro podem ser encontradas também no Peru e na Bolívia. Oito ocorrem somente a oeste do rio Madeira, na parte ocidental da Amazônia; cinco habitam exclusivamente terras situadas entre esse curso d’água e o rio Tapajós, no centro da região Norte; e duas vivem apenas a leste do Tapajós, no Pará, na porção mais oriental da floresta tropical.
No volume especial do Handbook, os autores descrevem a morfologia (formas e estruturas), a genética e a vocalização (canto e sons) das novas espécies. Por meio de mapas específicos para cada espécie, mostram ainda seus locais de ocorrência. No entanto, até que o livro seja oficialmente publicado, o nome científico e alguns detalhes sobre a anatomia e o modo de vida das novas espécies não podem ser divulgados.
Dessas aves até agora desconhecidas e sem registro na literatura científica, a maior e mais espetacular é uma espécie de gralha, do gênero Cyanocorax, com cerca de 35 centímetros de comprimento, que vive apenas na beira de campinas naturais situadas em meio à floresta existente entre os rios Madeira e Purus, no Amazonas.
“Essa gralha está ameaçada de extinção”, diz Mario Cohn-Haft, curador da seção de ornitologia do Inpa, principal descobridor do cancão-da-campina, nome popular cunhado para a ave. “Seu habitat está em perigo e podemos perder a espécie antes de ter tido tempo de estudá-la a fundo.”
Sua principal região de ocorrência é um complexo de campinas, distante 150 quilômetros ao sul de Manaus, numa área próxima à rodovia BR-319, que liga a capital amazonense a Porto Velho. A estrada está sendo reformada e os pesquisadores temem que o acesso facilitado ao local coloque em risco o hábitat da espécie.
“A nova gralha também ocorre numa zona de campos naturais no sul do Amazonas, próximo a Porto Velho, onde há muitos colonos do Sul do país, que a confundem com a gralha-azul [um dos símbolos do Paraná]”, diz Cohn-Haft.
Por Marcos Pivetta - Agência Fapesp

TARTARUGA - CALENDÁRIO

TARTARUGA - CALENDÁRIO

O primeiro calendário que os índios norte-americanos americanos tiveram foram Cascos de Tartaruga. Nossos antepassados viam a passagem dos ciclos e estações observando que treze luas se passaram antes da mesma estação retornar.

Avó Nisa (Lua) foi a nossa guia. Através da mudança de seus ciclos, ela diz as mulheres quando seus corpos estão férteis e quando ela teriam a experiência dos Tempos-de-Lua, ou fluxo menstrual.

Vovó Lua desaparece e retorna, mostrando toda a sua face, treze vezes durante o ano. A Mãe foi representada pela criatura mais fértil de nosso planeta, a Tartaruga, que mostrou aos nossos ancestrais como marcar a passagem de cada ciclo lunar. Cascos de tartaruga formaram as treze luas do ano dentro de um quadro que formou um Circulo, que chamamos de Arco Sagrado ou Roda Medicinal.

Este circulo unificado representa a relação sagrada de toda a vida para toda a Terra. O Arco Sagrado, também representa um caminho anual que nossa Mãe Terra fez em torno do Avô sol, através do céu ou órbita. A Órbita da viagem que Avó Lua faz em torno de nossa Mãe Terra é outra ciclo dando aos Ancestrais uma compreensão da importância de todos os ciclos concêntricos trazendo vida na unidade e harmonia.

Estes treze ciclos lunares inspiraram o nascimento da lenda do Clã das 13 Mães Originais (Matriarca) que representam dádivas e habilidades que os seres humanos devem desenvolver durante O Caminho da Terra, ou vida física. Essas lições de desenvolvimento do potencial humano conter as competências que cada “duas pernas” (seres humanos) deve aprender para viver em harmonia com todas as formas de vida

Quando aprendemos o que são as nossas potencialidades e desenvolvemos as habilidades de relacionamentos corretos, poderemos compartilhar os dons, com toda a Tribo Humana. A generosidade é a chave para trabalhar e beneficiar todas as coisas vivas. Se dermos de nós mesmos e de nossos dons, as bênçãos que temos recebido serão compartilhados. Nós podemos expandir os limites e as capacidades de todo o potencial humano.

Fonte Xamanismo Facebook

sábado, 18 de maio de 2013

Não maltrate os animais! 
São também filhos de Deus e irmãos nossos menores, que não adquiriram a faculdade do raciocínio abstrato. 
Mas são amigos que precisam de nossa ajuda e carinho. 
Não lhes imponha trabalhos demais. 
Alimente-os bem. 
Trate-os em suas enfermidades. 
Faça com essas criaturas de Deus, que dependem de você, o mesmo que você gosta de receber dos Anjos do Bem. 
(Minutos de Sabedoria - Carlos Torres Pastorino)

domingo, 12 de maio de 2013

A águia

A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Chega a viver 70 anos. Mas, para chegar a essa idade, aos 40 anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão. Aos 40 anos, ela está com: as unhas compridas e flexíveis, não conseguindo mais agarrar as suas presas das quais se alimenta.  O bico, alongado e pontiagudo, se curva. Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, e voar já é tão difícil!
Então, a águia só tem duas alternativas: Morrer, ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias. Esse processo consiste em voar, para o alto de uma montanha, e se recolher em um ninho próximo a um paredão, onde ela não necessite voar.
Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo. Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E só após cinco meses, sai para o famoso vôo de renovação e para viver então mais 30 anos.
Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes e outras tradições que nos causaram dor. Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz.

Fonte site crisboog.com