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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Velas na umbanda

Velas

Desde os tempos mais remotos na história das religiões as velas sempre foram utilizadas.
Dentro da Umbanda, por ser uma religião de cunho magístico, onde a vela tem relação direta com a luz, seu uso é indispensável, em todos os rituais.
O ato de acender uma vela reúne em si duas ações, a demonstração da fé e o desejo de ligação mais íntima com o mundo espiritual. É o momento em que se faz uma ponte mental entre o seu consciente e o pedido ou agradecimento que está sendo feito à determinada entidade, ser de luz ou Orixá, com a qual estiver sintonizado.
Ao acendermos velas para nossos guias devemos sempre fazê-lo em total concentração, mentalizando sempre seus pontos de força na natureza, mantendo nosso pensamento firmemente direcionado para o que se deseja alcançar, lembrando que jamais devemos evocar a força de nossas entidades para fazer mal, pois, nesse momento a energia emitida pela mente do médium, irá englobar a energia do fogo e juntas viajarão pelo espaço para levar aos guias a razão pela qual está sendo feita a queima.

As entidades e as cores das velas:
1 – Falangeiros de Oxum – velas azuis claro.
2 – Falangeiros de Oxossi – velas verdes.
3 – Falangeiros de Ogum – vela vermelha ou vermelha e brancas.
4 – Falangeiros de Xangô – velas marrons.
5 – Falangeiros de Iemanjá – velas brancas e azuis
6 – Falangeiros de Iansã – velas amarelas.
7 – Falangeiros de Nana – velas lilás.
8 – Falangeiros de Ibeji – velas rosas e azuis.
9 – Falangeiros de Omulú/Obaluaê – velas preto e branco.
10 –Povo Cigano – velas de todas as cores (menos preto).

sábado, 8 de junho de 2013

O Almiscareiro do Himalaia - (Paramahansa Yogananda)
ado. Em sua agitação e num esforço último e desesperado de encontrar a fonte da essência enlouquecedora, sabe-se de casos em que o almiscareiro salta dos altos picos alcantilados e cai para a morte no vale que se estende abaixo. Os caçadores, achando os cadáveres, cortam a almejada bolsa do almíscar.
"O almíscar é uma substância valiosa, extremamente aromática, contida numa bolsa sob a pele do abdome do almiscareiro macho, que habita os elevados picos dos Himalaias. Quando o almiscareiro alcança certa idade, o odor penetrante do almíscar começa a exsudar dessa bolsa. O almiscareiro fica excitado pelo aroma delicioso e pula para lá e para cá, farejando sob as árvores e furnas, buscando em toda a parte – às vezes por muitas semanas -, procurando a fonte da persistente fragrância. Incapaz de localizar o perfume tantalizante, ele se torna extremamente inquieto e, em seguida, irrit
Um bardo iluminado cantou certa vez: "Ó tolo almiscareiro: buscaste a fragrância em toda a parte, exceto em seu próprio corpo. Eis porque não a encontraste. Se pelo menos tivesses voltado tua busca para ti mesmo, terias encontrado o almíscar almejado e terias salvo a ti mesmo da morte sobre as rochas abaixo das montanhas".
A maior parte das pessoas se comporta como o almiscareiro. Buscam a felicidade elusiva, sempre fragrante, por toda a parte, fora delas próprias. E quando, finalmente, não podem achar a verdadeira felicidade, cuja fonte jaz oculta nos recônditos secretos de suas próprias almas, pulam dos picos alcantilados das esperanças elevadas e se despedaçam nas pedras da desilusão.
Ó tolo almiscareiro humano, se pelo menos voltasses tua mente para dentro, na meditação diária profunda, acharias a fonte de toda verdadeira e duradoura felicidade no silêncio mais recôndito de tua própria alma. Bem-amado que estás à procura da felicidade: não sejas como o almiscareiro, perecendo na vã busca exterior: Desperta! E, na caverna da meditação profunda, encontra a felicidade eterna dentro de teu imortal Ser."

sexta-feira, 7 de junho de 2013

As 7 Profecias Maias

As 7 Profecias Maias
 
Os Maias deixaram para nós, os habitantes do planeta terra de hoje, uma mensagem escrita em pedra que contém 7 profecias.
Uma parte de alerta e outra de esperança.
A mensagem de alerta profetiza o que vai acontecer nesses tempos em que vivemos. A de esperança fala sobre as mudanças que devemos efetuar para impulsionarmos a humanidade para uma nova era, a era da mulher, a era das mães, da sensibilidade.
Todos nós de uma maneira ou de outra sentimos que estamos começando a viver os tempos do apocalipse. Todos sentimos a guerra, guerra pelo petróleo, guerra pela paz.
A cada dia há mais erupções vulcânicas, a poluição gerada por nossa tecnologia chegou a índices alarmantes, estamos enfraquecendo a camada de ozônio que nos protege das radiações do sol. Estamos contaminando o planeta com nossos dejetos industriais e nosso lixo. A devastação dos recursos naturais está acabando com nossas fontes de água e com o oxigênio que respiramos.
O clima mudou e as temperaturas aumentaram de maneira impressionante, geleiras e campos nevados estão derretendo, grandes inundações se sucedem em todo o mundo, enormes tornados puseram em perigo a Flórida e gigantescos furacões devastaram toda a América central.
O caos informático nos ameaça, a pobreza generalizada pelos efeitos do caos econômico é sentido por quase todos os países do mudo. Todos nós procuramos respostas e um caminho seguro para os tempos em que vivemos. E reconhecemos a partir dos problemas que enfrentamos diariamente que não vivemos em harmonia.
Muitas religiões elaboraram profecias a respeito do que está acontecendo. A bíblia anunciou que quando todos esses fatos acontecessem ao mesmo tempo estariam chegando os tempos do apocalipse.
Os Maias sabiam que isso ia acontecer exatamente nesses tempos, por isso, deixaram orientações para que nós, de maneira individuais, contribuamos para levar a humanidade para o amanhecer da galáxia, para uma nova era, onde não haverá mais caos nem destruição.
Eles nos deixaram 7 profecias em que falam de sua visões do futuro e do nosso presente. Estão baseadas nas conclusões de seus estudos científicos e religiosos sobre o funcionamento do universo.
A primeira profecia fala sobre o final do medo. Diz que o nosso mundo de ódio e materialismo terminará no sábado 22 de dezembro do ano 2012. Neste dia a humanidade devera escolher entre desaparecer do planeta como espécie pensante que ameaça destruir o planeta ou evoluir para a integração harmônica com todo o universo. Compreendendo que tudo está vivo e consciente, que somos parte desse todo e que podemos existir em uma era de luz.
A 1ª profecia Maia diz que a partir de 1999 resta-nos 13 anos, só 13 anos para realizarmos as mudanças de consciência e atitude de que eles nos falam, para que possamos nos desviar do caminha da destruição pelo qual avançamos para um outro que abra nossa consciências e a nossa mente para nossa integração com tudo o que existe. Os Maias sabiam que o nosso sol, eles o chamavam de " Kinich-Ahau" , é um ser vivo que respira e que a cada certo tempo se sincroniza com o enorme organismo que existe, que ao receber uma manifestação de luz do centro da galáxia brilha mais intensamente produzindo em sua superfície o que nossos cientistas chamam de erupções solares e mudanças magnéticas.
 

Eles dizem que isso acontece a cada 5.125 anos. Que a terra se vê afetada pelas mudanças do sol mediante o deslocamento do seu eixo de rotação. Previram que a partir desse movimento haveria grandes desastres.
 

Para os Maias o processo universal, como a respiração da galáxia, é cíclico e nunca mudam. O que muda é a consciência do homem, que passa através deles num processo sempre em direção a mais perfeição. Com base em sua observações os Maias previram que a partir da data inicial de sua civilização, desde o 4° Ahua, 8° Cumku, isso é 3.113 a.C., 5.125 anos no futuro ou seja, sábado 22 de dezembro de 2012 o sol ao receber um forte raio sincronizador proveniente do centro da galáxia, mudará sua polaridade e produzirá uma gigantesca labareda radiante.
 

Para este dia a humanidade deve estar preparada para atravessar a porta que os Maias nos deixaram. Quando a civilização atual, baseada no medo, passará para uma vibração muito mais alta de harmonia.
Só de maneira individual podemos atravessar a porta que permite evitar o grande desastre que o planeta vai sofrer para dar inicio a uma nova era, um sexto ciclo do sol.
 

Os Maias asseguravam que a sua civilização era a 5ª iluminada pelo sol ( Kinich-Ahau), o 5° grande ciclo solar. Que antes haviam existido outras 4 civilizações que foram destruídas por grandes desastres naturais. Achavam que cada civilização é apenas um degrau para ascensão da consciência coletiva da humanidade. Para os Maias no ultimo desastre a civilização teria sido destruída por uma grande inundação, que deixou apenas alguns sobreviventes dos quais eles eram seus descendentes. Pensavam que ao conhecer o final desses ciclos, muitos humanos se preparariam para o que vinha e que graças a isso haviam conseguido conservar sobre o planeta a espécie pensante, o seu humano.
 

Eles nos dizem que a mudanças dos tempos permite subir um degrau na evolução da consciência, podemos nos dirigir a uma nova civilização que manifestará maior harmonia e compreensão para todos os seres humanos.
 

A 1 ª profecia Maia nos fala do "tempo do não-tempo", um período de 20 anos chamado "Katún" . Os últimos 20 anos desse grande ciclo de 5.125 anos, quer dizer que desde 1992 até 2012. Profetizaram que neste tempo manchas do vento solar cada vez mais intensas apareceriam no sol, que desde 1992 a humanidade entrará num ultimo período de grandes aprendizagens, de grandes mudanças, que nossa própria conduta de depredação e contaminação do planeta contribuiriam para essas que mudanças acontecerem.
 

Essa profecia diz que essas mudanças irão acontecer para que possamos entender como funciona o universo e para que avancemos n níveis superiores deixando para trás a materialismo e nos livrando do sofrimento.
O livro sagrado Maia CHILAM BALAM diz que no 13° Ahau no final do último Katún ( 2012) o Itza será arrastado e rodará Tanka ( ...as civilizações... cidades serão destruídas) haverá um tempo em que estarão sumidos na escuridão e depois virão trazendo sinal futuro Os Homens do Sol, a terra despertará pelo norte e pelo poente, o Itza despertará.
 

A 1 ª profecia anunciou que 7 anos depois do inicio do 1° katún, ou seja 1999, começaria uma época de escuridão que todos nós enfrentaríamos com nossa própria conduta, disseram que as palavras de seus sacerdotes seriam escutadas por todos nós como orientação para o despertar. Eles falam dessa época como o tempo em que a humanidade entrará no grande salão dos espelhos, uma época de mudanças para que o homem enfrente a si mesmo para fazer com que ele entre no grande salão dos espelhos, para que ele veja e análise seu comportamento com ele mesmo, com os demais, com a natureza e com o planeta onde vive.
 

Uma época para que toda a humanidade por decisão consciente de cada um de nós decida mudar e eliminar o medo e a falta de respeito de todas nossas relações.
A 2ª profecia anunciou que o comportamento de toda a humanidade mudaria rapidamente a partir do eclipse solar de 11 de agosto de 1999. Naquele dia vimos como um anel de fogo que se recortava contra o céu, foi um eclipse sem precedentes na historia pelo alinhamento em crus cósmica com o centro da terra de quase todos os planetas do sistema solar. Eles se posicionaram nos 4 signos do zodíaco que são os signos do 4 evangelistas, os 4 guardas do trono que protagonizam o apocalipse segundo São João. Além disso, a sombra que a lua projetou sobre a terra atravessou a Europa, passando por Corsovo, depois pelo Oriente Médio , Irã, Iraque e posteriormente dirigindo-se ao Paquistão e a Índia . Com a sua sombra ela parecia prever uma área de conflitos e guerras.
Os Maias sustentavam que a partir desse eclipse, o homem perderia facilmente o controle ou então alcançaria sua paz interior e tolerância evitando os conflitos, então viveremos uma época de mudanças, que é a ante-sala de uma nova era, a noite fica mais escura antes do amanhecer.
O fim dos tempos é uma época de conflitos e de grande aprendizagem, de guerras, separação, loucura que vai gerar por sua vez processos de sofrimento, destruição e evolução.
A segunda profecia indica que a energia que se recebe do centro da galáxia aumentará e acelerará a vibração em todo o universo para conduzir a uma maior perfeição. Isso produzirá mudanças físicas no sol e mudanças psicológicas no ser humano que mudará sua forma de pensar e de sentir. Serão transformadas as formas de relacionamento e de comunicação, os sistemas econômico-sociais de ordem e justiça, serão mudados as convicções religiosas e os valores que aceitamos hoje. O ser humano irá defrontar-se com seus medos e angustias para solucioná-los e assim poderá sincronizar-se com o ritmo do planeta e do universo.
A humanidade irá se concentrar no seu lado negativo e poderá ver claramente as coisas ruins que estão fazendo, esse é o primeiro passo para mudar de atitude e conseguir a unidade que permite o surgimento de consciência coletiva. Serão incrementados os acontecimentos que nos separam mas também os que nos unem, criando uma instabilidade emocional, o medo, a agressão, o ódio, as famílias em dissolução, os enfrentamentos por ideologia, religião, modelos de moralidade e nacionalismo. Simultaneamente mais pessoas encontrarão a paz interior, aprenderão a controlar suas emoções, haverá mais respeito, serão mais tolerantes e compreensivas, encontrarão o amor e a unidade. Surgirão homens com altíssimos níveis de energia interna, pessoas com sensibilidade e poderes intuitivos para a salvação. Mas também surgirão farsantes que pretenderão obter lucro econômico as custas do desespero alheio.
Os Maias previram que a partir de 1999 começaria a era do “tempo do não-tempo”, uma etapa de mudanças rápidas necessária para renovar os processos geológicos, sociais e humanos. Ao final do ciclo cada um seria seu próprio juiz, será quando o seu humano entrará no grande salão dos espelhos para analisar tudo o que fez na vida. Ele será classificado pelas qualidades que tenho conseguido desenvolver na vida, sua maneira de agir dia após dia, seu comportamento com o semelhante e com o planeta.
Todos irão se posicional segundo o que sejam, os que conservam a harmonia entenderão o que aconteceu como um processos de evolução no universo. Por outro lado, haverá outros que por ambição ou frustração culpará os outros ou a Deus pelo que acontecerá.
Serão geradas situações de destruição, morte e sofrimento. Mas elas também darão lugar ao mesmo tempo a circunstancias de solidariedade e respeito pelo semelhante, de unidade com o planeta e com o cosmos. Isso significa que o céu e o inferno estarão se manifestando ao mesmo tempo e cada ser humano viverá em um ou em outro dependendo de seu próprio comportamento. No céu com a sabedoria para transcender o que acontecerá. No inferno para aprender com a dor e com o sofrimento. Duas forças inseparáveis, uma que entende que tudo no universo evolui para a perfeição, que tudo muda, outra envolta em um plano de materialismo que só alimenta o egoísmo. Na época da mudança dos tempos, todas a opções estarão disponíveis e praticamente sem censura de nenhum tipo e os valores morais serão mais frouxos que nunca para que cada um se manifeste livremente como é.
A 2 profecia afirma que se a maioria da população muda seu comportamento e se sincroniza com o planeta serão neutralizadas as mudanças drásticas que serão descritas nas seguintes profecias. Devemos estar conscientes de que o ser humano sempre decide seu próprio destino especialmente nesta época, as profecias são apenas advertências para que tomemos consciência da necessidade de mudanças de rumo para evitar que isso se torne realidade.

Crânios de cristal

Crânio de cristal

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Crânio de Cristal no Museu Britânico.
O Crânio de cristal compreende uma série de esculturas de crânio humano esculpidas em quartzo rosa ou leitoso, artisticamente conhecido como "cristal de rocha", as quais alega-se, por seus descobridores, serem artefatos pré-colombianos da Mesoamérica. No entanto, nenhum dos exemplares disponíveis para estudo científico foi autenticado como pré-colombiano de origem.
Resultados de estudos demonstraram que os exemplares examinados foram fabricados em meados do século XIX ou mais tarde, provavelmente na Europa1 . Apesar de algumas reivindicações no sentido de popularização literária, as lendas dos crânios de cristal com poderes místicos não figuram na genuína mitologia mesoamericana ou de outros nativos americanos2 .
Os crânios são frequentemente alegados como representantes de fenômenos paranormais por alguns membros do movimento da Nova Era, e têm sido muitas vezes retratados como tal na ficção; além disso, têm sido um tema popular que aparece em numerosos representantes de ficção científica em séries de televisão3 , romances4 e videogames5 .

Índice

Coleção de Crânios de Cristal

Instituto Smithsoniano, onde um dos Crânios de Cristal está exposto.
Foi feita uma distinção, por alguns pesquisadores, entre os menores crânios de cristal, do tamanho de uma pérola, que apareceram pela primeira vez em meados do século XIX, e os maiores (aproximadamente em tamanho real), que apareceram no final do século XX. Os crânios de cristal maiores têm atraído muito a atenção popular nos últimos tempos, e alguns pesquisadores acreditam que eles tenham sido fabricados como falsificações na Europa.
O comércio de artefatos pré-colombianos falsificados se desenvolveu durante o século XIX e, em 1886, o arqueólogo William Henry Holmes, do Instituto Smithsoniano, escreveu um artigo chamado "The Trade in Spurious Mexican Antiquities", para o jornal Science6 . Embora vários museus tenham adquirido anteriormente crânios, foi Eugène Boban, um negociante de antiguidades que abriu sua loja em Paris em 1870, quem ficou mais associado às coleções de crânios de cristal. Muito de sua coleção, incluindo três crânios de cristal, foi vendida para o etnógrafo Alphonse Pinart, que doou a coleção para o Trocadéro Museum, que mais tarde se tornou o Musée de l'Homme.

Pesquisa sobre as origens dos Crânios de Cristal

Máscara Asteca ou Mixteca, com mosaicos.
Muitos crânios de cristal são reivindicadas como sendo pre-colombianos, geralmente atribuídos aos astecas ou maias. A arte mesoamericana tem numerosas representações de crânios, mas nenhuma dessas coleções de museus vêm de escavações documentadas7 . Pesquisas realizadas em vários crânios de cristal no Museu Britânico, em 1967, 1996 e novamente em 2004, mostraram que as linhas recuadas na marcação dos dentes (esses crânios não tinham mandíbulas separadas, ao contrário do Crânio de Cristal de Mitchell-Hedges) foram esculpidas usando equipamentos de joalharia (ferramentas rotativas) desenvolvidos apenas no século XIX, questionando uma suposta origem pré-colombiana8 . O tipo de cristal foi determinado por exame de inclusões de cloreto, e só pode ser encontrado em Madagascar e no Brasil, sendo, portanto, inalcançável ou desconhecido dentro da Mesoamérica pré-colombiana. O estudo concluiu que os crânios foram criados no século XIX na Alemanha, muito provavelmente em workshops na cidade de Idar-Oberstein, conhecida por elaborar objetos feitos a partir de quartzo brasileiro importado no período no final do século XIX9 .
Foi estabelecido, tanto pelo Museu Britânico, quanto pelo de Paris, Musée de l'Homme10 , que os crânios de cristal foram originalmente vendidos pelo francês Eugène Boban, negociante de antiguidades, que estava atuando na Cidade do México entre 1860 e 188011 . O crânio de cristal do Museu Britânico foi negociado através da Tiffany de Nova York, enquanto o do Musée de l’Homme foi doado por Alphonse Pinart, um etnógrafo que havia comprado a partir de Boban.
Uma investigação realizada pelo Instituto Smithsoniano em 1992, sobre um crânio de cristal fornecido por uma fonte anônima, que afirmou tê-lo comprado na Cidade do México em 1960, e que era de origem asteca, concluiu que, igualmente, fora feito recentemente. De acordo com o Instituto Smithsoniano, Boban adquirira os crânios de cristal que ele vendeu a partir de fontes na Alemanha – conclusões que estão em consonância com as do Museu Britânico12 .
Um estudo detalhado do Museu Britânico e do crânio de cristal Smithsoniano foi aceito para publicação pelo Journal of Archaeological Science, em maio de 200813 . Usando microscópio eletrônico e cristalografia de raios X, uma equipe de pesquisadores britânicos e americanos descobriu que o crânio do Museu Britânico foi trabalhado em uma substância dura abrasiva, tal como coríndon ou diamante, e foi moldado usando uma ferramenta de disco rotativo feito de algum metal adequado. A amostra do Instituto Smithsoniano havia sido trabalhada com um abrasivo diferente, o composto de carbeto de silício, ou carborundum, que é uma substância sintética fabricada utilizando modernas técnicas industriais14 . Desde que a síntese de carborundum apenas ocorreu na década de 1890, e sua maior disponibilidade tenha sido para o século XX, os pesquisadores concluíram: "[a] sugestão é que ela foi feita na década de 1950 ou mais tarde"15 .

Especulações sobre crânios menores

Nenhum dos crânios existentes em museus vem de escavações documentadas. Outro exemplo paralelo é fornecido pelos espelhos de obsidiana na Mesoamérica, objetos rituais amplamente representados na arte asteca. Embora alguns espelhos de obsidiana sobreviventes tenham vindo de escavações arqueológicas16 , nenhum dos espelhos astecas de obsidiana é documentado; no entanto, a maioria das autoridades em cultura asteca considera os tais espelhos como autênticos objetos pré-colombianos17 . O arqueólogo Michael E. Smith relata um não “peer-reviewed” encontro de um pequeno crânio de cristal em um sítio asteca, no Vale do México18 . Crânios de cristal têm sido descritos como “um exemplo fascinante de artefatos que fizeram o seu caminho em museus sem nenhuma evidência científica para provar sua origem pré-colombiana19 . Um caso semelhante é a máscara Olmeca talhada em jade; curadores e estudiosos se referem a ela como "estilo olmeca", apesar de, até o presente momento, nenhum exemplo ter sido recuperado em um contexto olmeca arqueologicamente controlado, o estilo é igual. No entanto, tais máscaras foram recuperadas a partir de sítios de outras culturas, incluindo uma depositada no recinto cerimonial de Tenochtitlán (Cidade do México), que presumivelmente teria cerca de 2000 anos de idade20 .

Crânios individuais

Crânio de Mitchell-Hedges

Talvez o crânio mais famoso e enigmático tenha sido o descoberto em 1924 por Anna Le Guillon Mitchell-Hedges, filha adotiva do aventureiro e autor popular britânico Frederick Albert Mitchell-Hedges. Foi o tema de um documentário feito em 1990, Crystal Skull of Lubaantun21 . Tem-se observado, após o exame por pesquisadores do Instituto Smithsoniano, ser "quase uma réplica do crânio do Museu Britânico - quase exatamente o mesmo formato, mas com mais modelagem detalhada dos olhos e os dentes"22 . Anna Hedges alegou tê-lo encontrado enterrado sob um altar desabado dentro de um templo em Lubaantun, nas Honduras Britânicas, agora Belize23 . Tanto quanto pode ser determinado, F. A. Mitchell-Hedges não fez nenhuma menção à alegada descoberta em qualquer um dos seus escritos sobre Lubaantun, assim como outras pessoas presentes no momento da escavação não foram documentadas como observando tanto a descoberta do crânio, como a presença de Anna na escavação24 .
Eugène Boban, principal comerciante francês de artefatos pré-colombianos durante a segunda metade do século XIX e provável fonte de muitos crânios famosos.
Em uma carta de 1970, Anna também afirmou que "told by the few remaining Maya that the skull was used by the high priest to will death" ("foi contado pelos poucos remanescentes maias que o crânio fora usado pelo sumo sacerdote à serviço da morte")25 . Por esta razão, o artefato é por vezes referido como "The Skull of Doom" (“Crânio da Condenação”). Anna Mitchell-Hedges excursionou com o crânio em 1967, cobrando pela exibição26 , e continuou a dar entrevistas sobre o artefato até sua morte em 2007.
O crânio é feito de um bloco de quartzo claro com o tamanho de um crânio humano pequeno, medindo cerca de 13 cm de altura, 18 cm de comprimento e 5 cm de largura; a mandíbula inferior é desanexada. No início de 1970, ficou sob os cuidados temporários do restaurador de arte Frank Dorland, que ao inspecioná-la reivindicou que tinha sido "esculpida" sem respeito aos eixos naturais do cristal, portanto sem o uso de ferramentas de metal. Dorland relatou ter sido incapaz de encontrar qualquer marca, exceto para os traços de moagem mecânica sobre os dentes, e especulou que ela foi esculpida de forma rudimentar, provavelmente com diamantes, e as mais finas formações, afiação e polimento foram conseguidas através do uso de areia ao longo de um período de 150 a 300 anos. Ele alegou que o crânio poderia ter até 12.000 anos de idade. Apesar de várias reivindicações terem sido feitas ao longo dos anos sobre as propriedades físicas do crânio, como uma temperatura supostamente constante de 21 ° C, Dorland informou que não havia diferença de propriedades entre o cristal do crânio e outros cristais de quartzo naturais27 .
Enquanto sob os cuidados de Dorland, o crânio chamou a atenção do escritor Richard Garvin, na época trabalhando numa agência de publicidade onde supervisionava a Hewlett-Packard. Garvin fez arranjos para que o crânio fosse examinado pelo laboratório de cristal da HP em Santa Clara, onde foi submetido a vários testes. O laboratório determinou que não era um composto (como Dorland tinha suposto), mas que fora formado a partir de um único cristal de quartzo28 . O teste de laboratório também estabeleceu que a mandíbula inferior havia sido formada a partir do mesmo cristal do resto do crânio29 . Nenhuma investigação foi feita pela HP quanto ao seu método de fabricação ou datação30 .
Assim como os traços de moagem mecânica sobre os dentes observados por Dorland, 31 , o arqueólogo Norman Hammond relata que os orifícios (presumivelmente destinados a serem estacas de apoio) mostraram sinais de serem feitos por perfuração com metal32 . Anna Mitchell-Hedges recusou os pedidos subsequentes para submeter o crânio a mais testes científicos33 .
F. A. Mitchell-Hedges mencionou o crânio apenas brevemente na primeira edição de sua autobiografia, Danger My Ally (1954), sem especificar onde e por quem ele foi encontrado34 . Ele apenas afirmou que "tem 3.600 anos de idade e, segundo a lenda, foi usado pelo Sumo Sacerdote dos Maias quando ele estava realizando ritos esotéricos. Diz-se que quando ele desejava a morte com a ajuda do crânio, a morte invariavelmente acontecia"35 . Todas as edições subsequentes de Danger My Ally omitiram inteiramente menções ao crânio33 .
A primeira referência publicada sobre o crânio é a edição da revista britânica de antropologia Man, de julho de 1936, onde é descrito como estando na posse do Sr. Sydney Burney , um negociante de arte de Londres, que alegava possuí-lo desde 193336 . Nenhuma menção foi feita sobre Mitchell-Hedges. Há provas documentais de que Mitchell-Hedges comprara de Burney em 194433 . O crânio estava sob a custódia de Anna Mitchell-Hedges, filha adotiva de Frederick. Ela se recusou a deixá-lo ser examinado por peritos (fazendo muito duvidosa a alegação, que foi relatada pela R. Stansmore Nutting, em 1962). Em algum lugar entre 1988 e 1990, Anna Mitchell-Hedges excursionou com o crânio.
Em seus últimos oito anos, Anna Mitchell-Hedges viveu em Chesterton, com Bill Homann, com quem casara em 2002, e morreu em 11 de abril de 2007. Desde essa época, o crânio pertencente a Mitchell-Hedges Skull tem estado sob custódia de Bill Homann, que continua a acreditar em sua propriedades místicas37 .

Crânio do Museu Britânico

Crânio de Cristal no Museu Britânico.
O Crânio de Cristal do Museu Britânico apareceu inicialmente em 1881, na loja do antiquário de Paris, Eugène Boban. Sua origem não foi indicada em seu catálogo na época. Ele disse ter tentado vendê-lo ao museu nacional do México como um artefato asteca, mas não obteve sucesso. Boban mais tarde mudou seu negócio para Nova York, onde o crânio foi vendido para a George H. Sisson. Ele foi exibido na reunião da American Association for the Advancement of Science, em Nova York, em 1887, por George F. Kunz38 . Foi vendido em leilão, e comprado pela Tiffany & Co., que o vendeu para o Museu Britânico, em 189739 . Este crânio é muito semelhante ao de Mitchell-Hedges, embora seja menos detalhado e não tenha a mandíbula inferior móvel40 .
Os catálogos do Museu Britânico do crânio alegam uma proveniência "provavelmente européia, século XIX"41 e o descrevem como "não um artefato pré-colombiano autêntico"42 . Foi estabelecido que este crânio foi feito com ferramentas modernas, e que não é autêntico43 .

Crânio de Paris

Crânio de Cristal no Musée du quai Branly, Paris.
O maior dos três crânios vendidos por Eugène Boban para Alphonse Pinart (às vezes chamado Crânio de Paris) tem cerca de 10 cm de altura, e tem um orifício perfurado verticalmente através de seu centro44 . É parte de uma coleção exposta no Musée du Quai Branly, e foi submetido a testes científicos realizados em 2007 e 2008 pelo Centre for Research and Restoration of the Museums in France, ou C2RMF. Após uma série de análises realizadas ao longo de três meses, os engenheiros da C2RMF concluiram que "certamente não era pré-colombiano, mostra traços de polimento e abrasão por ferramentas modernas"45 . Testes com acelerador de partículas também revelaram vestígios de água que foram datados do século XIX, e o Museu do Quai Branly divulgou um comunicado de que os testes "parecem indicar que ela foi feita no final do século XIX"46 .
Em 2009, os pesquisadores da C2RMF publicaram resultados de novas investigações para estabelecer quando o Crânio de Paris havia sido entalhado. A análise pelo Microscópio eletrônico de varredura (SEM) indicou o uso de máquinas e ferramentas de lapidação em sua escultura. Os resultados de uma nova técnica conhecida como datação de “hidratação de quartzo” (QHD) demonstraram que o Crânio de Paris havia sido entalhado posteriormente à época de um artefato de referência de quartzo, conhecido por ter sido cortado em 1740. Os investigadores concluiram que os resultados do SEM e do QHD combinados para estabelecer a proveniência do crânio indicavam que ele foi esculpido no século XVIII ou XIX47 .

Crânio do Instituto Smithsoniano

O Crânio foi enviado para o Instituto Smithsoniano anonimamente em 1992, e foi alegado ser um objeto asteca por seu doador, supostamente a partir da coleção de Porfirio Díaz. É o maior dos crânios, com 15 centímetros de altura, e foi esculpido usando carborundum, um abrasivo moderno. Tem sido apresentado como uma falsificação no National Museum of Natural History48 .

Alegações paranormais e espirituais

Alguns acreditam na alegação paranormal de que crânios de cristal podem produzir uma variedade de milagres. Ann Mitchell-Hedges dizia que o crânio que ela supostamente descobrira poderia produzir visões, cura do câncer, uma vez que ela usou suas propriedades mágicas para matar um homem e, em outra instância, viu nele uma premonição do assassinato de John F. Kennedy49 .
Nhoim peça de 1931 The Satin Slipper (O Chinelo de Cetim), de Paul Claudel, o Rei Filipe II de Espanha usa "uma cabeça de morte feita a partir de uma única peça de cristal de rocha", iluminada por "um raio do sol poente", para ver a derrota da sua Armada em seu ataque sobre a Inglaterra (dia 4, cena 4, pp 243-44)50 .
Reivindicações da cura e de poderes sobrenaturais dos crânios de cristal não têm nenhum apoio da comunidade científica, que não encontrou qualquer evidência de fenômeno incomum associado aos crânios, nem qualquer razão para uma investigação mais aprofundada, além da confirmação de sua proveniência e método de manufatura51 .
Outras especulações historicamente infundadas da lenda dos crânios de cristal são alegadas com a conclusão do ciclo-b'ak'tun do Calendário maia em 21 de dezembro de 2012, sob a alegação de que a reunião das treze caveiras místicas vai evitar uma catástrofe, como previsão implícita no fim deste calendário. Outra alusão a tais poderes apareceu (entre uma variedade de outros feitos), em The Mystery of the Crystal Skulls52 , produzido pelo Sci Fi Channel em maio de 2008, e apresentado no Discovery Channel do Canadá em junho. Dentre os entrevistados, Richard C. Hoagland, que tentou vincular os crânios e os maias com a vida em Marte, e David Hatcher Childress, que propôs reivindicações de civilizações perdidas da Atlântida e de anti-gravidade.
Crânios de cristal são também referenciados pelo autor Drunvalo Melchizedek em seu livro Serpent of Light53 . Ele escreve ter se deparado com descendentes indígenas maias na posse de crânios de cristal em cerimônias nos templos de Yucatán, e que eles continham almas dos antigos maias que haviam entrado neles para aguardar o momento em que seu conhecimento antigo fosse, uma vez mais, necessário.
As alegadas associações e origens dos mitológicos crânios de cristal ao folclore espiritual nativo americano, por escritores ligados ao neoshamanismo, tais como Jamie Sams, são igualmente descartadas54 . Em vez disso, pelas notas de Philip Jenkins, a mitologia sobre os crânios de cristal pode ser rastreada até as "lendas barrocas", inicialmente transmitidas por F. A. Mitchell-Hedges, posteriormente retomadas:
Na década de 1970, os crânios de cristal entraram na mitologia da Nova Era como relíquias potentes da antiga Atlântida, e eles adquiriram um número canônico: houve exatamente treze crânios. Nada disso teria a ver com as questões indígenas norte-americanas, se os crânios não tivessem atraído a atenção de alguns dos mais ativos autores de Nova Era”.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Apenas ver o olho espiritual não é suficiente...

Apenas ver o olho espiritual não é suficiente; o mais difícil para o devoto é penetrar essa luz. Mas, pela prática de métodos superiores, como a Kriya Yoga, a consciência é conduzida ao interior do olho espiritual, entrando em um outro mundo de dimensões mais vastas.

Paramahansa Yogananda, A Yoga de Jesus

ORAÇÃO DE PROTEÇÃO

ORAÇÃO DE PROTEÇÃO

Oh. Meu Pai celestial, todo poderoso,
Tu que guardastes minha casa, meus filhos, minha família
Guardarás também as entradas e saídas,
Tanto a porta da casa, como a porta do coração de toda família.
Não deixeis cair em tentação.
Que o mal não atravesse o nosso lar e nem invada o nosso coração.

Que o alicerce seja firme,
Que as paredes sejam imunes,
Que as portas e janelas sejam travadas com a corrente da proteção divina
E que todo o mal que nela chegar se enfraqueça diante do bem.
Que o amor puro e verdadeiro permaneça
e habite esse lar, as pessoas que vivem e todos que nela compartilhar.

Qualquer pessoa, que ao entrar nessa casa, lave a sua alma,
Entre com o coração puro, porque ao sair daqui;
Levará tudo de bom que emana dentro dele
Harmonia, alegria, conforto, paz, amor e principalmente...
Sentirá Deus em seu coração.
Amém.

Hooponopono é um dos métodos de auto-cura mais efetivos que existe, porque se baseia no amor...

Hooponopono é um dos métodos de auto-cura mais efetivos que existe, porque se baseia no amor expressado através de tuas palavras para chegar até seu subconsciente, que é onde residem as memórias que obstaculizam os processos vitais.
Hooponopono foi impulsionado pelo Dr. Len que se baseou na filosofia hawaiana para sanar memórias, pessoas, espaços e situações.
Para praticar Hooponopono não necessitas determinados estados de relaxamento. Podes pronunciar suas frases chaves em qualquer momento do dia, mesmo que estejas desenvolvendo outra atividade.
Com Hooponopono podes eliminar pela raiz tua dor emocional ou física, simplesmente reconhecendo-a como uma memória e agradecendo-a por ter saído à superfície, para que possas curá-la.
Igualmente sucede quando tens conflitos com as pessoas ao teu redor e para iniciar teu processo de limpeza estabeleces em tua consciência o ponto comum entre elas e ti, para que desta forma, possa pedir-lhes perdão, por esse difícil momento que foi  ocasionado no passado ou em um momento paralelo a este, criando uma mesma consciência universal.
Desta forma, recuperas tua paz interior e teu equilíbrio em relação com os demais seres da Terra.
Hooponopono te libera da trama mental que significa fazer entender, convencer alguém de que deve mudar. Te libera da ilusão que significa pretender modificar os comportamentos dos demais. É a prática interior e individual que limpa e transmuta as memórias do passado que constantemente penetram tua mente, transformando-a em pura luz, de maneira que chegue a ti a inspiração da Divindade.
O ideal é que tenhas a disposição de praticar este áudio as vezes que sejam necessárias, tendo em conta que quanto mais o faça, mais curarás memórias de teu passado, sem ter que reviver lembranças dolorosas.
As frases de Hooponopono estão dirigidas à Divindade que há em ti, ao Deus/Deusa que tu és e de igual maneira a toda a humanidade com sua história de sofrimento que é exatamente quem tu és.
Agora escutarás as chaves que te permitem desde já aceder a tua história pessoal de maneira tranqüila e a sua vez, te permitem sentir mais satisfação e sentido de pertencer com teu lugar neste Planeta.

Oração ao Criador

Divino Criador Pai, Mãe, Filho, todos em Um,
Se eu, minha família, meus parentes e antepassados
Ofendemos tua família, parentes e antepassados
Em pensamentos, palavras, fatos ou ações
Desde o inicio de nossa criação até o presente;
Nós pedimos teu perdão
Deixe que isto se limpe, purifique, libere
E corte todas as memórias, bloqueios, energias e vibrações negativas
Transmuta essas energias indesejáveis em pura luz. E assim é.
Para limpar meu subconsciente
De toda a carga emocional armazenado nele,
Digo uma e outra vez durante meu dia
As palavras chaves do Hooponopono
Eu sinto muito, me perdoa, obrigado, eu te amo.
Me declaro em paz com todas as pessoas da Terra
E com quem tenho dívidas pendentes
Por esse instante em seu tempo
Por tudo o que não me agrada de minha presente vida
Eu sinto muito, me perdoa, obrigado, eu te amo.
Eu libero todos aqueles de quem acredito
Estar recebendo danos e mal tratos
Porque simplesmente me devolvem
O que eu os fiz antes
Em alguma vida passada
Eu sinto muito, me perdoa, obrigado, eu te amo.
Ainda que me seja difícil perdoar alguém
Eu sou quem pede perdão a esse alguém agora
Por esse instante em todo tempo
Por tudo o que não me agrada de minha vida presente
Eu sinto muito, me perdoa, obrigado, eu te amo.
Por este espaço sagrado que habito dia a dia
E com o qual não me sinto confortável com isto
Eu sinto muito, me perdoa, obrigado, eu te amo.
Pelas difíceis relações das quais guardo somente lembranças ruins
Eu sinto muito, me perdoa, obrigado, eu te amo.
Por tudo o que não me agrada na minha vida presente
De minha vida passada, de meu trabalho
Ou o que está ao meu redor
Divindade, limpa em mim o que está contribuindo com minha escassez
Eu sinto muito, me perdoa, obrigado, eu te amo.
Se meu corpo físico experimenta
Ansiedade, preocupação, culpa, medo, tristeza, dor...
Pronuncio e penso: minhas memórias, eu te amo
Estou agradecida pela oportunidade de libertá-los a voces e a mim
Eu sinto muito, me perdoa, obrigado, eu te amo.
Neste momento afirmo que ...eu te amo.
Penso em minha saúde emocional
E na de todos os meus seres amados...te amo
Para minhas necessidades e para aprender a esperar sem ansiedade, sem medo
Reconheço as memórias aqui.....sinto muito, te amo.
Minha contribuição para a cura da Terra
Amada Mãe Terra, que és quem Eu sou
Se eu, minha família, meus parentes e antepassados
Te maltratamos com pensamentos, palavras, fatos e ações
Desde o inicio de nossa Criação até o presente
Eu peço teu perdão
Deixa que isto se limpe, purifique, libere e corte todas
as memórias, bloqueios, energias e vibrações negativas.
Transmuta estas energias indesejáveis em pura luz. E assim é.
Para concluir, faço de teu conhecimento
Que este áudio é minha contribuição
À tua saúde emocional
Que é a mesma minha
Então esteja bem.
E na medida que tu vais te curando, eu te digo que
Eu sinto muito pelas memórias de dor que comparto contigo.
Te peço perdão por unir meu caminho a ti para curar
Te dou as graças porque estás aqui por mim
E eu te amo por ser quem és.

Alma

Alma

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Alma

SoulCarriedtoHeaven.jpg

Uma alma carregada por dois anjos, na pintura Soul Carried To Heaven, de William-Adolphe Bouguereau.
Origem do nome Hebraico e Latino
Influências Teologia, Filosofia
Definição Um ser vivo distinto do corpo.
Conhecida por ser imortal
Alma é um termo derivado do hebraico nephesh, que significa vida ou criatura1 , e também do latim animu, que significa "o que anima"2 .
Na religião possui grande importância, sendo o motivo de haver capacidade ao indivíduo a fazer e viver coisas e momentos complexos. Foi discutida e citada na filosofia3 .

Índice

Alma e as Religiões

Cristianismo

Cquote1.svg E pela palavra alma entendo uma essência imortal, contudo criada, que lhe é das duas a parte mais nobre. Cquote2.svg
A definição de alma para João Calvino.4
João Calvino, o fundador do calvinismo,5 defendeu que o espírito e a alma são distintos, e que ela é imortal.4 Segundo a Bíblia, a alma pode perder-se, ser salva e existir após à morte do corpo. Ela também é citada como a fonte de todas as sensações e sentimentos humanos, além de ser a responsável da comunhão humana com Deus.1

Teosofia

Na Teosofia, a alma é associada ao 5º princípio do Homem, Manas, a Alma Humana ou Mente Divina. Manas é o elo entre o espírito (a díade Atman-Budhi) e a matéria (os princípios inferiores do Homem).
Assim, a constituição sétupla do Homem, aceita na Teosofia, adapta-se facilmente a um sistema com três elementos: Espírito, alma e corpo. Sendo a alma o elo entre o Espírito e o corpo.

Ciência moderna

De uma forma geral, a ciência moderna estuda o homem sem fazer referências a uma alma imaterial, uma vez que, se existe, não pode ser observada nem medida pelos instrumentos atuais. Apesar disso, alguns cientistas têm tentado encontrar evidências da existência e da natureza da alma humana. Muitas das pesquisas científicas nesse assunto vão em direção das experiências de quase-morte, porém não existem provas conclusivas para a ciência moderna de que realmente os pacientes saíram do próprio corpo, ou se sofreram de alucinações. Há também alguns cientistas como Ian Stevenson e Brian Weiss que conduziram estudos de caso sobre crianças narrando experiências anteriores ao nascimento, e que poderiam sugerir uma possibilidade de reencarnação (portanto, existência da alma), embora não tenham demonstrado pelo processo ciêntifico como isto poderia ocorrer.

Neurociência

A neurociência é um termo que reúne as disciplinas biológicas que estudam o sistema nervoso. Muitas descobertas da neurociência trazem intrigantes fatos a respeito da mente.

Calosotomia completa

O estudo de pessoas que tiveram os dois hemisférios cerebrais separados (o que se chama de calosotomia, resultado de cirurgia para tratar casos graves de epilepsia, ou devido a traumatismos ou derrames) têm trazido importantes implicações para o entendimento do funcionamento da mente. Os hemisférios direito e esquerdo são em muitos aspectos simétricos. O hemisfério direito controla o lado esquerdo do corpo e o hemisfério direito controla o lado esquerdo e as funções mentais são distribuidas nos dois. No entanto, na maioria das pessoas, algumas funções mentais são mais concentrados no hemisfério esquerdo (linguagem, raciocínio linear), enquanto outras são mais concentradas no direito (emoções intensas, intuição espacial do próprio corpo, expressão emocional no rosto), embora essas funções não sejam exclusivas de cada hemisfério. Além disso, o campo visual esquerdo de cada olho é recebido pelo hemisfério direito e o campo visual direito é recebido pelo esquerdo. O corpo caloso permite a comunicação entre os dois hemisférios.
Ocorre que nos pacientes que tiveram seu corpo caloso completamente dividido (calosotomia), os hemisférios perdem a comunicação entre si (embora com o tempo o cérebro tenda a encontrar outras maneiras de estabelecer comunicação entre os dois hemisférios através de outras conexões nervosas que existem no cérebro além do corpo caloso). Com isso, o hemisfério esquerdo, que controla o lado direito do corpo e é especializado na linguagem, passa a funcionar de modo separado do hemisfério direito, que controla o lado esquerdo do corpo e é especializado nas emoções.6
Embora o hemisfério direito não tenha acesso aos centros de línguagem e, portanto, não possa falar, ele pode rearranjar cartas com letras dispostas numa mesa com a mão esquerda. Por exemplo, em um estudo, a um sujeito que havia sofrido calosotomia foi perguntado sobre qual é sua profissão ideal. Verbalmente (ou seja, usando o hemisfério esquerdo), o paciente respondeu que ele gostaria de ser desenhista. No entanto, com a mão esquerda (isto é, usando o hemisfério direito), ele rearranjou as letras formando as palavras "corrida automobilística" ("car race", em inglês) sem que seu hemisfério esquerdo (o que fala) tivesse consciência disso.7
Roger Sperry, sobre numa pesquisa com pacientes com o cérebro dividido, relata que, quando foi mostrada ao hemisfério direito do paciente (por meio de óculos especiais que bloqueiam o campo visual direito de cada olho) uma foto de uma pessoa familiar, a mão esquerda apontou a primeira letra do nome dessa pessoa, embora o paciente dissesse (o hemisfério esquerdo) que não via foto alguma e que tampouco movia o braço esquerdo. Quando uma foto do próprio paciente foi mostrada ao hemisfério direito, o paciente respondeu com reações emocionais tais como gargalhadas e sorriso autoconsciente, além de frases emocionais simples como "Oh, não! Oh, Deus!". O hemisfério direito também respondeu com polegar para cima ou para baixo de modo socialmente correto para fotos de personalidades famosas tais como Winston Churchill e Hitler. Tudo isso com o paciente dizendo (seu hemisfério esquerdo) que não via foto nenhuma.8
O hemisfério direito do cérebro, funcionando independentemente e isolado do esquerdo, demostra inteligência. Ele pode perceber, analisar, lembrar, realizar raciocínio complexo, compreender emoções e expressá-las, demostrar conhecimento cultural e responder criativamente a novas situações.9
Essas pesquisas mostram que, em alguns casos de cérebro dividido, o cérebro gera o que parece ser duas consciências separadas. A pesquisa sobre pacientes com cérebro dividido levou o neurocientista e ganhador do prêmio Nobel Roger Sperry a concluir: "Tudo o que vimos indica que a cirurgia deixou essas pessoas com duas mentes distintas, isto é, duas esferas separadas de consciência. O que é experimentado no hemisfério direito parece estar totalmente fora do âmbito do que é experimentado pelo hemisfério esquerdo."10
Uma das consequências mais dramáticas e evitadas da calosotomia é a Sindrome da mão alheia. Uma das mãos "ganha vontade própria" (em geral a esquerda) após a cirurgua e se opõe ao que o paciente deseja, desfazendo o que a mão direita faz (conflito intermanual). Por exemplo, tarefas como abrir uma porta com a mão direita é desfeita pela esquerda. Ao se vestir, a mão esquerda pode se opor, e luta para tirar a roupa que a mão direita por sua vez luta para colocar. Em outro caso, a mão esquerda (hemisfério direito) de um paciente preferia alimentos diferentes e até mesmo programas de televisão diferentes, intervindo contra a vontade expressa pelas ações da mão direita que é verbalizada pelo paciente. Há ainda o caso de um paciente cuja mão esquerda se opunha sempre que o paciente tentava acender um cigarro e fumar, a mão esquerda frequentemente arrancava o cigarro ou o esqueiro e os atirava longe. Outro caso relatado é a de um paciente cuja mão estranha apalpava o seio de todas as mulheres que se aproximavam dele, provocando um grande contrangimento para ele.11
De acordo com alguns ideais ateístas, esses estudos científicos colocam sérias questões ao dualismo, pois seus resultados parecem inconciliáveis com a ideia da existência de uma alma individual (isto é, indivisível) independente do cérebro, já que fornecem fortes evidências de que uma divisão física do cérebro produz como que duas almas diferentes que possuem propósitos, gostos, opiniões, personalidade e pensamentos diversos, embora compartilhem lembranças de fatos anteriores à separação dos hemisférios. Se a mente se torna duas mentes ao nível físico do cérebro dividido em dois, como não concluir que, durante o momento da morte física do cérebro e a ruptura cada vez maior das conexões nuronais, o que chamamos de mente se multiplica em numeráveis mentes cada vez mais dispersas até que todas as conexões se desfazem?12
Porém, do ponto de vista de defensores da alma, isto implica apenas no resultado de um efeito fisiológico do corpo. Sendo o corpo o invólucro temporário da alma, esta fica sujeita as condições que este lhe oferece para se expressar. Sendo a alma do ser humano condizente com o seu grau de evolução, esta também não é perfeita e esta sujeita as suas vontades enquanto no corpo, seguindo os princípios do livre-arbítrio, e também as suas limitações. Acontecimentos como estes podem ser parte de processos reencarnatórios, segundo os principíos da reencarnação. E também simplesmente explicados com o fato de o corpo ser a dualidade de emoção e raciocínio. Se o seu cérebro, órgão condutor e comandante do sistema nervoso, está dividido, o corpo fica passível de suas consequências. O fato de aparente duas consciencias surgirem, nada mais é do que o emocional e o racional, que normalmente trabalham em conjunto, quando não em harmonia mas em acordo quando um supera o outro, neste caso ficam totalmente separados, expondo talvez, coisas que um deixava escondido do outro, quando expresso na atitude do ser humano alvo da Calosotomia.

História evolutiva do conceito

Chegou a uma altura na história da humanidade em que o Homem começou verdadeiramente a assumir a existência de uma alma.
A Alma sempre foi motivo de controvérsia entre as diferentes denominações religiosas e crenças, mesmo porque nunca foi totalmente compreendida, explicada ou observada.
Antes que o homem concluísse que a possibilidade de uma alma em evolução em conjunto com a mente de um indivíduo e com a paternidade de um espírito divino, julgou-se que ela residia em diferentes órgãos físicos – nos olhos, no fígado, nos rins, no coração e, posteriormente, no cérebro. Os selvagens associavam a alma ao sangue, à respiração, às sombras e aos reflexos do seu eu na água.
Mais tarde os hindus conceberam o atman. Os mestres hindus realmente aproximaram-se duma avaliação da natureza e da presença de um espírito, mas houve uma falha provável quando não distinguiram a co-presença da alma em evolução, potencialmente imortal.
Os chineses, contudo, reconheceram dois aspectos num ser humano, o yang e o yin, a alma e o espírito.
Os egípcios e muitas tribos africanas também acreditavam em dois factores, o ka e o ba; e não acreditavam geralmente que a alma fosse preexistente, apenas o espírito. Os antigos habitantes das terras que circundavam o vale do Nilo acreditavam que todo indivíduo favorecido tinha recebido à nascença, ou pouco depois, um espírito protector a que chamavam ka. Eles ensinavam que esse espírito guardião permanecia com o sujeito mortal ao longo da vida e que passava, antes dele, para o estado futuro.
Nas paredes de um templo em Luxor, onde está ilustrado o nascimento de Amenhotep III, o pequeno príncipe está retratado nos braços do deus do Nilo e, próximo a ele, está uma outra criança, idêntica ao príncipe na aparência, que é o símbolo daquela entidade a que os egípcios chamavam ka. Essa escultura foi terminada no décimo quinto século antes de Cristo.
Julgava-se que o ka era um génio de espírito superior, que desejava guiar o mortal ligado a ele em caminhos melhores na vida temporal; porém, mais especialmente, ele desejava influenciar a sorte do sujeito humano na próxima vida. Quando um egípcio desse período morria, era esperado que o seu ka estivesse aguardando por ele do outro lado do Grande Rio. A princípio, supunha-se que apenas os reis tivessem kas, mas afinal, acreditou-se que todos os homens rectos possuíam-nos.
Toda esta rica ideologia cresceu, fomentando as raízes que derivaram posteriormente nos conceitos actuais da alma, base de muitas religiões cujos seguidores acreditam possuir almas, ou serem acompanhados por elas e mesmo até serem eles próprios as almas.